A libertação de Aleppo e as tarefas dos revolucionários anti-imperialistas e socialistas
Assinam as seguintes organizações e ativistas internacionais:
Socialist Fight – Grã Bretanha
Workers Socialist League – USA
Tendência Militante Bolchevique – Argentina
Revolutionary Communist Action – Grécia
Frente Comunista dos Trabalhadores – Brasil
CEDS – Centro de Estudos e Debates Socialistas – Brasil
Ady Mutero, Revolutionary Internationalist League – Zimbábue
Mohammad Basir Ul Haq Sinha, President, Inter Press
Network, Dhaka – Bangladesh
Akhar Bandyopadhyay, Bhagat Singh’s Socialist – Índia
Frank Fitzmaurice, Liverpool – Grã Bretanha
1. A libertação
final de Aleppo em meados de dezembro de 2016 foi uma derrota das milícias
jihadistas patrocinadas pelos EUA e seus aliados na Turquia, Arábia Saudita, Jordânia,
Catar, Emirados Árabes Unidos e a Líbia, para citar os mais proeminentes. Uma
vitória do imperialismo em Aleppo teria causado um enorme golpe à classe
operária Síria e do Oriente Médio.
2. A derrota do
imperialismo dos EUA, baseado nas grande bolsa de Wall Street e dos seus
aliados, das corporações transnacionais subordinadas na Europa e Japão, Austrália,
Nova Zelândia, Canadá, etc, foi uma vitória para a classe trabalhadora e todos
os povos oprimidos do planeta. Evidentemente, não é uma vitória socialista
revolucionária, mas fortalece a luta da classe operária da Síria contra o
imperialismo e, por conseguinte, põe em cheque a sua própria classe dominante.