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quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

GANGSTERISMO DO PO ARGENTINO

Liga Comunista repudia agressões
do Partido Obrero contra a TPR

Camaradas da TPR,

Nos opomos incondicionalmente ao ataque físico desferido por comandos do PO contra o ato da TPR.

Nós compreendemos que essa agressão corresponde ao atual curso social democrata e oportunista do PO. Quanto mais frágil e contraditória é o conteúdo da política que o PO defende mais precisa blindar esta política por todos os meios até contra a mais tímida crítica vinda de sua esquerda. Sendo assim, não é por acaso que apela para métodos mafiosos típicos da própria burocracia sindical que assassinou Mariano Ferreyra.

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

ARGENTINA

Militante do Polo Obrero é assassinado pela burocracia sindical mafiosa e governista


EM TEMPO: Quando fechávamos esta edição d’O Bolchevique toma­mos conhecimento do assassinato de Mariano Ferreyra, de 23 anos, militante do Polo Obrero, braço sindical do Partido Obrero argentino. Na quarta, 20 de outubro, quando se prepa­rava junto com seus companheiros ferroviários terceirizados para bloquear uma linha de trem, reivindicando sua readmis­são e efetivação pela empresa Roca, Mariano foi baleado no tórax por bate-paus da burocracia sindical patronal e gover­nista, ligados a CGT.

Em repúdio contra este assassinato, organizações de es­querda e sindicalistas convocaram uma manifestação no dia 21 de outubro no centro de Buenos Aires. Para acalmar os ânimos do proletariado indignado com mais esse ataque bru­tal anti-operário e livrar a responsabilidade de seus agentes sindicais no episódio, a presidente argentina, Cristina Kirch­ner expressou protocolarmente “seu mais enérgico repúdio”.

Nós da LC imputamos mais este crime bárbaro ao gover­no burguês da Sra. K. e a sua mafiosa burocracia sindical, solidarizando-nos com os militantes do Polo Obrero e com os familiares do companheiro morto. Mariano estará sem­pre presente como parte da nossa memória na luta contra a precarização trabalhista, a terceirização, as demissões, pela retomada dos sindicatos burocratizados para a base e, funda­mentalmente, pela conquista revolucionária de um governo da classe trabalhadora.