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sábado, 6 de agosto de 2016

ARGENTINA - CRIMINALIZACIÓN DE LA PROTESTA SOCIAL

¡Abajo la caza de brujas en contra Hebe de Bonafini y a todos los criminalizados por resistir a la ofensiva macrista!
¡Abajo el tarifazo de Macri!

Leon Carlos, Tendencia Militante Bolchevique - Argentina

Como parte de su caza de brujas contra miembros del kichenerismo, que es así como el marcrismos busca una forma de instalar un circo mediático que le sirva para esconder el brutal ataque contra el conjunto de los trabajadores.

Ahora llega el turno de la persecución contra Hebe de Bonafini. Titular histórica de las Madres de Plaza de Mayo. La persecución contra Hebe muestra hasta donde el macrismo intenta allegar en su política persecutoria que va de la mano del gigantesco ajuste que descarga sobre la población trabajadores, mediante tarifazos, elevación de la desocupación para forzar caída del salario real y una inflación que erosiona el mismo salario de los trabajadores.

quinta-feira, 11 de junho de 2015

ARGENTINA - GREVE GERAL 09/06

¡Contra el impuesto al salario y
los topes a los aumento salariales!
¡Contra la burocracia pro imperialista
de Moyano y sus aliados!
¡Si a la huelga, no a la burocracia saboteadora!

Reproduzimos aqui a posição da Tendencia Militante Bolchevique argentina, seção do CLQI, para a Greve Geral de nove de junho, convocada pela oposição sindical e pequeno burguesa de seu país.

Esta es una huelga basada en justos reclamos. Como el fin del impuesto a las ganancias que se aplica sobre el salario y sobre todo contra los topes puestos por el gobierno a los aumentos salariales. En donde el moyanismo y sectores de izquierda que objetivamente son remolque del propio moyanismo intentan capitalizar el descontento de los trabajadores por sus justos reclamos. Para así desviar ese mismo descontento y alimentar su política pro -imperialista. En lo inmediato es evidente que estamos ante una forma de presión de la burocracia moyanista. Sobre todo ahora que el moyanismo, no tiene en la practica sectores políticos en que apoyarse.

segunda-feira, 4 de maio de 2015

ARGENTINA

Calendário eleitoral e golpismo

Nota da Tendência Militante Bolchevique, seção argentina do Comitê de Ligação para a Quarta Internacional, do qual nossa Frente Comunista dos Trabalhadores é a seção brasileira, sobre a tática imperialista de investir no jogo eleitoral, com destaque para as eleições presidenciais argentinas deste ano.

Tudo indica que o imperialismo mudou de tática. Os candidatos da direita pró-imperialista tem se apresentado de forma cada mais "moderada" e, portanto, com maiores chances eleitorais. Tal é o caso de Caprilles, na Venezuela, Scioli, na Argentina, e quiçá algum peemedebista no Brasil. Nessa nova tática, o jogo do imperialismo é aguardar o calendário eleitoral. Não se pode esquecer que Maduro esteve a ponto de perder as eleições na Venezuela.

domingo, 22 de junho de 2014

ARGENTINA

Os abutres empurram o país para um calote, um golpe de mercado contra o governo de Cristina
Greve Geral pelo desconhecimento e não pagamento das dívidas interna e externa! Construir uma alternativa operária e revolucionária dos trabalhadores ao governo CFK, única forma de varrer também com a oposição pró-imperialista!

Reproduzimos abaixo um artigo da Tendencia Militante Bolchevique - Argentina, Seção do Comitê de Ligação pela IV Internacional
http://tmb1917.blogspot.com.br/2014/06/los-buitres-empujan-argentina-un-default.html
LOS BUITRES EMPUJAN A ARGENTINA A UN DEFAULT
El Imperialismo prepara un golpe de mercado contra Cristina
¡Huelga general por el desconocimiento y no pago de la deuda interna y externa!

¡Construir una oposición obrera y revolucionaria de los trabajadores al gobierno Cristina,unica forma de barrer tambien a la oposición cipaya!

Es evidente que los actuales fallos judiciales de los tribunales de Nueva York empujando a la Argentina al default y ante la perspectiva de la virtual quiebra del Estado apuntan a  un golpe de mercado, habilitado por el imperialismo a través de su superestructura judicial. Ahora bien ¿a quien perjudica y a quien beneficia ese golpe de mercado en preparacion? Parte de la respuesta, por un lado, es que  se trata de  una forma de presión ante Argentan, por parte del imperialismo de estadounidense, para obtener  mejores condiciones a las multinacionales estadounidenses en el area del Shale oil y Shale gas [ 1 ].

domingo, 2 de fevereiro de 2014

ARGENTINA - CFK NA ENCRUZILHADA

El cristinismo sin Cristina apuesta sobrevivir
haciendo de Argentina un satelite de China
Hasta ahora, la oposicion pro-EUA es incapaz de desarrollarse por falta de bases viables en la economia capitalista
Tendência Militante Bolchevique - TMB, seción de CVCI en Argentina
O blog da Liga Comunista reproduz abaixo o mais recente artigo da TMB, acerca da conjuntura política e determinantes estruturais do país. O artigo também reflete de certo modo uma tendência de alguns países latino americanos após a crise mundial capitalista eclodida em 2008 nos EUA, como se nota na recente realização da 2ª Cúpula da Comunidade dos Estados Latino-americanos e Caribenhos (Celac), foro que exclui EUA e Canadá, realizou-se em Havana, foi presidido por Cuba e que estabeleceu formalmente um acordo bilateral de conjunto com a China.

Ante el golpe de mercado iniciado por el bloque anglosajón y sus aliados – tras las maniobras especulativas de la Shell y el BBU francés mas el CITYBANK y el HSBC. La base económica de tipo semicolonial argentina empezó a tambalear cada vez más. Es en este contexto en que ya no hay espacio para contener al conjunto de los pesos pesados del capital concentrado nacional y sobre todo internacional. En que por lo tanto el conjunto de las fuerzas burguesas ya no podrá servir a varios amos a la vez, es esto en el fondo lo que se debate en la actual volatilidad económica y política argentina. Es decir, de ahora en adelante, solo abra espacio para la defensa secante de los intereses de las fracciones del capital que resulten hegemónicas, se acabo el gobierno árbitro que jugaba a la farsa de la “independencia” de las distintas fracciones del gran capital.

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

GANGSTERISMO DO PO ARGENTINO

Liga Comunista repudia agressões
do Partido Obrero contra a TPR

Camaradas da TPR,

Nos opomos incondicionalmente ao ataque físico desferido por comandos do PO contra o ato da TPR.

Nós compreendemos que essa agressão corresponde ao atual curso social democrata e oportunista do PO. Quanto mais frágil e contraditória é o conteúdo da política que o PO defende mais precisa blindar esta política por todos os meios até contra a mais tímida crítica vinda de sua esquerda. Sendo assim, não é por acaso que apela para métodos mafiosos típicos da própria burocracia sindical que assassinou Mariano Ferreyra.

terça-feira, 6 de novembro de 2012

ESTRUTURA BRASILEIRA E PERSPECTIVAS CONJUNTURAIS 2/2

A base material reacionária do
gradualismo sem rupturas em todo
processo político brasileiro

É bem sabido que o Brasil não possui tradição de partidos políticos. Como uma serpente que muda de pele, a cada 40 anos a burguesia renova 100% de suas principais agremiações. Este não é um padrão burguês mundial, mas uma característica nacional. Nesta questão, o Brasil é diferente dos EUA, Inglaterra, França, Argentina, Índia ou México.

A inconsistência dos partidos políticos burgueses é uma característica típica do modo de conservação do poder pela classe dominante do Brasil, fenômeno que se combina com outro, a falta de processos de ruptura mesmo nos marcos capitalistas, como revoluções vitoriosas (Inglaterra, França, EUA,) ou abortadas (países semi-coloniais).

Acontecimentos como a independência, a instauração da república, o fim da escravidão, a mudança de regimes ditatoriais para regimes democráticos não aconteceram sem rupturas nos outros países 1. No entanto, no Brasil todos estes processos se deram de forma “lenta, gradual, segura e sem revanchismos” 2.

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

REVISANDO O REVISIONISMO II

A herança que nós renunciamos da
política Frente Populista do Partido Obrero
Informativo da CRCI chamando voto no MAS
boliviano, uma frente popular em forma de partido
Fustigados por uma correspondência de uma recente ruptura do Partido Obrero argentino, a Tendencia Piquetera Revolucionária (TPR), a qual reproduzimos logo abaixo, fomos levados, a LC e a TMB, a realizar um acerto de contas com nossa origem política na corrente internacional dirigida por Jorge Altamira. Tratava-se de uma tarefa até então pendente para a LC que nunca foi resolvida pelo PCO, LBI, POR ou POM, organizações brasileiras que tiveram sua origem no altamirismo e que não por acaso carregam hoje os vícios desta vertente do pseudo-trotskismo. Quando esboçaram algum balanço de sua matriz estes agrupamentos no máximo realizaram convenientemente críticas do momento de sua ruptura em diante, sob o auto-engano de que tudo era correto e principista até o momento em que foram levados a romper, recusando-se a combater pela raiz a tradição altamirista. Lamentavelmente os companheiros da TPR incorrem no mesmo equívoco. Romperam organicamente com o PO, mas seguem reivindicando o “altamirismo das origens”. Sob a mesma influência deformada encontram-se em menor ou maior grau o conjunto dos agrupamentos do CRCI que até o momento não firmaram um combate contra as concepções de “governo de toda a esquerda”, de apoio crítico ao MAS Boliviano e ao Syriza na Grécia, de formação de frentes populares “anti-austeridade”.
Qual a importância deste debate hoje? Simples. Primeiramente para disputar a consciência política dos militantes honestos que militaram ou militam na base das organizações influenciadas pelo PO, na Grécia (EEK), Itália (Partito Comunista dei Lavoratori), Venezuela (Opción Obrera), etc. e também porque a direção do PO renega  o combate trotskista contra a política de frentes populares em favor da estratégia conciliacionista de “frentes de esquerda” ao mesmo tempo em que rechaça a tática da frente única antiimperialista aderindo como papagaio ao ombro esquerdo da OTAN nas campanhas militares de re-colonização do Oriente Médio em favor das reacionárias contra-revoluções árabes na Líbia e na Síria e do aborto dos levantes populares nos demais países da região. Por tudo isto, este debate assume uma importância capital para aqueles que se reivindicam marxistas em nosso tempo e lutam por fundir o comunismo com o movimento operário ativo, para aqueles que acreditam que sem este combate não é possível assentar as bases programáticas para as táticas e estratégias revolucionárias para a atual etapa histórica.

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

SAUDAÇÃO DE SOLIDARIEDADE DA FUL DA ARGENTINA À LUTA NA USP

"Repudiamos todo acto de represión por parte del poder
en defensa del capital  y en detrimento de los intereses de los sectores populares"

Compañeros de la Universidad de San Pablo

Somos el Frente Universitario de Luján (FUL) agrupación que integra los centros de estudiantes de las carreras: Ciencias de la Educación, Información Ambiental y Profesorado en Geografía, sumando a compañeros de otras carreras que no integran un centro de estudiantes. El motivo de este mail es solidarizarnos con la lucha que están llevando a cabo y destacar que repudiamos todo acto de represión por parte del poder en defensa del capital  y en detrimento de los intereses de los sectores populares. Desde esta agupación proponemos la defensa de una universidad publica, masiva, popular que atienda a los intereses del pueblo, sin la intervención del capital privado nacional y transnacional funcional al lucro y los intereses privados y sectoriales. Asistimos a un momento histórico en donde se ve resurgir la lucha de los pueblos latinoamericanos, otrora reprimidos, acallados y perseguidos por las dictaduras militares, debemos apostar a la organización y la unidad latinoamericana reivindicando los anhelos, sueños y proyectos que nos fueron pisoteados y arrancados.

Frente Universitario de Luján (FUL)

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

ARGENTINA

Militante do Polo Obrero é assassinado pela burocracia sindical mafiosa e governista


EM TEMPO: Quando fechávamos esta edição d’O Bolchevique toma­mos conhecimento do assassinato de Mariano Ferreyra, de 23 anos, militante do Polo Obrero, braço sindical do Partido Obrero argentino. Na quarta, 20 de outubro, quando se prepa­rava junto com seus companheiros ferroviários terceirizados para bloquear uma linha de trem, reivindicando sua readmis­são e efetivação pela empresa Roca, Mariano foi baleado no tórax por bate-paus da burocracia sindical patronal e gover­nista, ligados a CGT.

Em repúdio contra este assassinato, organizações de es­querda e sindicalistas convocaram uma manifestação no dia 21 de outubro no centro de Buenos Aires. Para acalmar os ânimos do proletariado indignado com mais esse ataque bru­tal anti-operário e livrar a responsabilidade de seus agentes sindicais no episódio, a presidente argentina, Cristina Kirch­ner expressou protocolarmente “seu mais enérgico repúdio”.

Nós da LC imputamos mais este crime bárbaro ao gover­no burguês da Sra. K. e a sua mafiosa burocracia sindical, solidarizando-nos com os militantes do Polo Obrero e com os familiares do companheiro morto. Mariano estará sem­pre presente como parte da nossa memória na luta contra a precarização trabalhista, a terceirização, as demissões, pela retomada dos sindicatos burocratizados para a base e, funda­mentalmente, pela conquista revolucionária de um governo da classe trabalhadora.