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domingo, 1 de março de 2015

METALÚRGICOS

Lutar para garantir nossos
empregos, sem renunciar
aos nossos direitos e salários!

Antonio Junior
Metalúrgico da CAF-Brasil (Hortolândia-SP) e vice-presidente da CIPA

A vaca não só tossiu, ela pegou pneumonia e está com a garganta em sangue. Dilma atacou direitos, como do seguro desemprego e direitos previdenciários.

E além disso, a Volkswagen inaugurou um novo modelo de luta (ou melhor, de resultado de luta), é a derrota na vitória. Ou seja, a Volkswagen demitiu 800 operários, os operários foram a luta, liderados pela pelegada da ArtSind do PT. As demissões foram revistas, mas (e isso é um grande mas), a empresa vai abrir um PDV de 2.500 funcionários, ou seja, a luta da Volkswagen foi a vitória comemorada pela burocracia ou foi uma vitória parcial por culpa da burocracia???

Esse acordo na Volks, criou um parâmetro para outros. A GM de São José dos Campos, base da Conlutas e do PSTU, anunciou 789 demissões, os trabalhadores foram a luta (igual na Volks) e fizeram uma greve de 6 dias que terminou com um acordo que estabeleceu um lay-off (demissão temporária sem perda do vínculo empregatício) para mais de 500 trabalhadores e a estabilidade no emprego, após o lay-off, de três meses. 

domingo, 21 de setembro de 2014

METALÚRGICOS - JUNDIAÍ (SP)

Vitória e aprendizado na luta contra a
superexploração da Foxconn (Apple)

Os quase 4.000 metalúrgicos de uma das fábricas da Foxconn, a segunda planta instalada pela multinacional com matriz em Taiwan em Jundiaí (SP), no quilômetro 66 da Rodovia Anhanguera, realizaram uma greve exigindo um plano de cargos e salários. A greve durou 5 dias e derrotou a intransigência da empresa que enrolava fazia anos para não conceder o plano.

O acordo de greve foi negociado em uma audiência de conciliação entre o Sindicato dos Metalúrgicos de Jundiaí e a empresa no Tribunal Regional do Trabalho de Campinas no dia 18 de setembro. Os capitalistas da Foxconn depois que foram obrigados a conceder a reivindicação principal, resistiam a pagar dois dos dias parados, exigindo que os mesmos fossem compensados com trabalho aos sábados. Depois da audiência, a proposta foi posta em votação em nova assembleia no dia 18 e amplamente rejeitada pelos operários que se mantiveram firmes depois de conquistaram o plano de evolução salarial e funcional, se recusando a abrir mão do pagamento dos dias parados o que significaria por em dúvida o reconhecimento do elementar direito de greve. A empresa recuou novamente sendo obrigada a pagar os dias parados. 

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

METALÚRGICOS - CAMPANHA SALARIAL E CAMPANHA ELEITORAL

"Dilma e o PT se lambuzaram na lama
dos porcos capitalista, Marina e Aécio
são candidatos dos donos dos porcos"

A Liga Comunista faz a degravação da intervenção do camarada Antonio Junior, operário, cipeiro e candidato a Deputado Federal e militante da LC, na assembleia de Campanha Salarial unificada dos metalúrgicos na sede do Sindicato dos Metalúrgicos de Campinas

Companheiros e companheiras, meu nome é Antônio Junior, sou trabalhador da CAF-Brasil, fábrica de trens e metrôs localizada em Hortolândia (SP), região metropolitana de Campinas (SP).

Companheiros e companheiras, as dificuldades e o atraso nas negociações de nossa campanha salarial por parte da FIESP, parte da análise de que a burguesia, não quer fechar nenhum acordo econômico com os trabalhadores, por que eles estão esperando saber com quem vão lhe dar no ano de 2015.

domingo, 13 de julho de 2014

METALÚRGICOS ABC PAULISTA

Contra o desemprego,
CUT propõe o subemprego
Indústrias do ABC demitiram 6.351 trabalhadores em 2014 e
burocracia cutista defende redução de jornada com redução de salário

Erwin Wolf
Ao contrário de combater o desemprego de frente, com greves e pralisações,
burocratas defendem o subemprego e ainda estimulam a xenofobia,
no caso da manifestação da foto, contra os trabalhadores chineses
O Ministério do Trabalho informou que as indústrias do ABC demitiram 6.351 trabalhadores em 2014, conforme dados do CAGD (Cadastro Geral dos Empregados e Desempregados), segundo Leone Farias, do Diário do Grande ABC de 12 de julho.

Por outro lado, o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo do Campo, Rafael Marques, informou que há 2.300 trabalhadores em lay-off (suspensão temporário dos contratos de trabalho) na região.

“SISTEMA DE PROTEÇÃO AO EMPREGO” OU SISTEMA DE ARROCHO SALARIAL PARA PROTEÇÃO DOS LUCROS PATRONAIS?

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

OPERÁRIOS METALÚRGICOS - CAMPINAS

Nós invadimos a sua praia...
Por Marcelo Calasans

Na quarta-feira, dia 05 de fevereiro, a Comissão Interna de Prevenção de Acidentes da CAF-Brasil, a CIPA, realizou um ato de vanguarda, revolucionário e de luta. Paramos a “Prainha”, um dos setores mais sem condições de trabalho na CAF, onde o calor é insuportável.

A “Prainha”, é originalmente um setor de estacionamento de vagões, não é um setor de trabalho ou muito menos de acabamento. Os carros ficam lá simplesmente para serem posicionados e reposicionados no setor de teste ou no setor de entrega (DAC).

A falta de gestão (anarquia) da produção na CAF, fez com que o retrabalho aumentasse muito, e a “Prainha” passou a ser um setor permanente de trabalho. A mais de dois (2) anos que a CIPA vem reivindicando adequação do posto de trabalho. E a direção da empresa só enrolando, só enrolando.

terça-feira, 12 de novembro de 2013

BALANÇO DA CAMPANHA SALARIAL METALÚRGICA DE CAMPINAS 2013

Quem foi à luta, arrancou
reajuste maior do que a média

Antonio Jr., metalúrgico, cipeiro e militante da LC

A Campanha salarial metalúrgica começou esse ano com o final das “jornadas de junho”, em que a burguesia estava preocupada que as mobilizações acontecidas em Rio e São Paulo pudessem chegar ao chão das fábricas.

Grande parte dos trabalhadores de Campinas e Região participaram das mobilizações em junho, com destaque para a própria cidade de Campinas, Hortolândia e Sumaré.

domingo, 29 de setembro de 2013

METALÚRGICOS 1/4

Um passo adiante na construção
da Liga Comunista na classe operária

Antonio Junior, o Carioca, metalúrgico e cipeiro da CAF do Brasil

O 11º Congresso foi realizado nos dias 23, 24 e 25 de agosto, em Louveira, com quase 500 trabalhadores de mais de 70 fábricas. A tese Vanguarda Metalúrgica (VM) participou do 11° Congresso com uma pequena bancada de cinco delegados, reunindo lutadores da Agritech, Bosch, CAF, e Mabe.

Além da tese da corrente dirigente do Sindicato, a Alternativa Sindical Socialista (ASS) (ASS/Intersindical), a tese da VM foi a única tese inscrita no Congresso do terceiro maior sindicato dos metalúrgicos de São Paulo, com 60 mil operários na base, e quarto do Brasil. Nossa tese teve como objetivo armar a categoria para reagir aos ataques do capital agravados com a crise capitalista mundial. Esta ofensiva é sentida na pele pelos metalúrgicos de Campinas e região e em particular pelas demissões recentes ocorridas na Mabe, CAF e Bosch, que se combinam com a intensificação do ritmo de trabalho para os que ficam.

sábado, 28 de setembro de 2013

METALÚRGICOS 2/4

Construir o Partido
Operária e Revolucionário

A tese Vanguarda Metalúrgica defende que a classe trabalhadora deve ter suas ferramentas de luta, tanto na luta política (O Partido), quanto sua econômica (O Sindicato, a Federação e a Central Sindical).

Nós defendemos isso no congresso, mas infelizmente tanto o setor anarco-sindicalista quanto o petista existentes na ASS não querem tratar do tema, limitando-se a citá-lo como “uma saudação a bandeira” em sua tese.

Defendemos a ruptura da classe com o PT e apontamos na perspectiva de construir um partido operário para conduzir a nossa luta à conquista do poder pelos trabalhadores. A ASS se opôs a aprovar a seguinte emenda aditiva de nossa tese a tese guia:

METALÚRGICOS 3/4

O papel vergonhoso da
CSP-CONLUTAS/PSTU no Congresso

Diferente do 10º Congresso quando foi a 2ª força política no Congresso, com 12 delegados [1], em 2013 a CSP só contava com um delegado no Congresso. Obviamente este fato em si em um balanço do 11º Congresso, todavia, o que este delegado fez no Congresso, auxiliado por uma delegação de meia dúzia de burocratas profissionais do PSTU/CSP como o Mancha é o que é digno de destaque. Mesmo não tendo mais peso algum mais na categoria em Campinas, o PSTU “jogou peso” neste Congresso fundamentalmente para retirar da tese guia da ASS as críticas (que assim como na tese da VM possuía duras críticas aos acordosescravocratas entre a Conlutas/PSTU e a GM) [2], diga-se de passagem acertadas, contra a política praticada pelo PSTU/Conlutas no último período no Sindicato dos Metalúrgicos de SJC” como por exemplo, no texto:

METALÚRGICOS 4/4

Tese da VANGUARDA METALÚRGICA ao 
11º Congresso dos Metalúrgicos de Campinas e região



1. CONJUNTURA INTERNACIONAL E NACIONAL DA CRISE CAPITALISTA 


2. Para melhor brigar por nossos salários, nossos direitos e interesses, precisamos compreender o mundo que vivemos. É esta compreensão que define a nossa tática e a nossa estratégia para lutarmos contra os patrões. Vivemos em um mundo capitalista, onde os patrões nos dominam e nos exploram. Queremos deixar de sermos dominados e explorados para se ter condições de viver dignamente pelo trabalho que realizamos, e assim criarmos um mundo sem patrões, um mundo socialista. Para isso, contamos com a vantagem de que nosso inimigo não pode existir sem explorar a classe trabalhadora, mas podemos deixar de sermos explorados. Os patrões não podem viver sem os peões, mas nós podemos e precisamos viver sem eles e sem o capitalismo.