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segunda-feira, 20 de maio de 2019

GEOPOLÍTICA E NOVO GOLPE NO BRASIL

As conexões geopolíticas ocultas para a possibilidade de um novo Golpe no Brasil

Click aqui para acessar o vídeo da entrevista: As Conexões Geopolíticas ocultas para a Possibilidade de um Novo Golpe no Brasil 
(em Youtubers de Esquerda Uni-vos!!!)
Transcrevemos abaixo a entrevista do Prof. Fábio Sobral a jornalista Marina Valente, no programa Democracia no Ar na TV Atitude Popular, no dia 16 de maio de 2019.

MV - Temos o risco de uma ditadura militar no Brasil?

Nós temos um risco pior. É isso eu queria falar aqui. As pessoas estão olhando só para o Brasil. Eu não olho só para o Brasil. Eu sei que nós somos parte, desde 2013, de uma articulação internacional, de um novo tipo de guerra, que tenta definir a adesão dos países a um projeto do Pentágono. Isto está tudo documentado. É a doutrina Donald Rumsfeld [Secretário de Defesa dos EUA] e do Almirante Arthur Cebrowski [Conselheiro de Rumsfeld].

segunda-feira, 10 de outubro de 2016

FURACÃO MATTHEW

Não é a natureza, é o capitalismo

Imagem aérea da cidade de Jeremie, no oeste do Haiti,
devastada pelo furacão Matthew (Foto: Nicolas Garcia / AFP)
Nos dias 7-8 de outubro, o furacão Mattew passou pelo Haiti e EUA. No país mais rico do planeta, o fenômeno fez cerca de duas dezenas de vítimas, no mais pobre do continente, deixou mais de mil pessoas mortas e outras 30 mil desabrigadas. Acaso? Não. Satélites, institutos meteorológicos avançados permitiram aos EUA prever e mensurar a força da natureza, com a evacuação de 500 mil pessoas das áreas de riscos para refúgios. Ainda que a pobreza tenha crescido muito nos últimos 40 anos, em termos gerais, a população dos EUA possui melhores condições para proteger-se. 

O Haiti é hoje o país mais pobre e destroçado da América. Já era antes do furacão e todos os sofrimentos infringidos ao Haiti soam como uma punição exemplar. A dominação imperialista, ditaduras militares, Golpes de Estado, ocupações militares estrangeiras (da qual o Brasil faz parte por mais de uma década), empobreceram o país que no início do século XIX ousou realizar a primeira revolução negra da história. Nem terremoto nem furacão, o Haiti é hoje punido pela revolução negra.

domingo, 14 de agosto de 2016

OLIMPÍADAS DO RIO 2016

Os jogos e a voracidade imperialista
Despejos, higienização, tubo de ensaio da repressão golpista e Guerra fria

As Olimpíadas são mais uma tradição inventada pela burguesia recorrendo a antiguidade clássica greco-romana.

Na Grécia antiga, os festivais sacro-esportivos, realizados de quatro em quatro anos, no santuário de Olímpia em homenagem a Zeus, ainda que bem mais sadios que os jogos modernos, já eram eventos controlados pelos escravocratas. Marcadamente aristocráticos daqueles jogos não podiam participar escravos, estrangeiros (os "bárbaros", segundo a mitologia grega) e as mulheres. (Jogos Olímpicos da Antiguidade).

Nos jogos atuais, as mulheres e os escravos modernos e até os “refugiados” – vítimas das invasões militares, guerras e golpes de Estado imperialistas, como ocorre hoje no Haiti, Síria, Ucrânia – também participam. Além disso, ao contrário da regra que valia na cidade de Esparta, depois das olimpíadas ocorrerão as Paraolimpíadas (7 e 18 de setembro de 2016). Mas todos são controlados e funcionais às grandes corporações. Basta conferir a lista dos patrocinadores oficiais do Comitê Olímpico Internacional, COI: Coca-Cola, Atos, Bridgestone, Dow Chemical Company, General Electric, McDonald's, Omega SA, Panasonic, Procter & Gamble, Samsung, Toyota, Visa Inc., (IOC). Afora todos os demais setores do grande capital, bancos, grandes empreiteiras, mídia, etc. que fazem um festival de marketing e super-lucros do mega-evento mundial em nome do “espírito olímpico”.

quarta-feira, 6 de julho de 2016

EUA - ELEIÇÕES PRESIDENCIAIS

Escolhendo o Comandante em Chefe,
que vai dirigir o imperialismo na III Guerra Mundial
Ana Souza, do Socialist Workers League dos EUA

Pela luta dos trabalhadores, oprimidos e imigrantes, o Comitê de Ligação da Quarta Internacional, CLQI, apresenta sua nova seção, a Socialist Workers League, nascida no coração do monstro imperialista norte-americano. A SWL nasce em meio a prova de fogo da nova guerra fria. O proletariado dos EUA, multirracial desde suas origens, precisa assumir seu papel histórico na luta contra o imperialismo, consciente que o triunfo da luta contra sua própria burguesia liberará a si mesmo e ao proletariado mundial.

Prometendo desfazer-se do legado de George Bush Junior, Obama foi eleito surfando em uma onda de otimismo. Mas o seu "Sim, nós podemos" deixou à classe trabalhadora e os oprimidos a decepção do "O que fizemos?". Ao longo desses sofridos oito anos, Obama tem cinicamente implementado a agenda imperialista dando continuidade ao legado de terror de Bush no Oriente Médio, traindo as esperanças da classe trabalhadora e dos oprimidos, ampliando políticas que só aprofundaram a miséria dos trabalhadores após a depressão capitalista de 2008, estendendo a influência dos EUA ainda mais na Ásia, África, e agrupando aliados europeus ocidentais no cerco imperialista na fronteira russa, pavimentando o caminho de uma nova guerra.

domingo, 26 de abril de 2015

NOVA GUERRA FRIA

Império contra ataca, aproxima-se de Cuba
e cria mega Acordo Transpacífico
Leon Carlos – Tendencia Militante Bolchevique,
seção argentina do Comitê de Ligação pela IV Internacional

Confirmadas nossas teses, publicadas no Folha do Trabalhador 22, de que a “aproximação” dos EUA com Cuba, tem como fim a reconstrução de um pretenso “panamercanismo” por parte do imperialismo, como uma tentativa par isolar o bloco composto por China, Rússia e Irã no continente americano.

De acordo com a Forbes, a principal revista de negócios e economia dos EUA: “Obama está usando Cuba para combate a crescente influência da Rússia, Irã, e da China na América Latina” (16/04/2015).

sexta-feira, 3 de abril de 2015

VÍDEO - RESENHA DO “DIA QUE DUROU 21 ANOS”

Golpismo made in CIA
contra o Brasil em 1964 e 2015
Um importante documentário comprovando que os EUA foram os principais articuladores do Golpe militar de 1964. Assim como estão por trás da escalada golpista hoje.

O documentário “O dia que durou 21 anos”, escrito pelo jornalista Flávio Tavares, mostra, como nenhum outro até então realizado sobre o Golpe Militar de 1964, como e porque esta tragédia da história brasileira foi produto direto da intervenção dos EUA na política nacional.

Fica claro não apenas um “envolvimento” direto do imperialismo mas sobretudo o financiamento, a instrução da oposição interna, a ação de milhares de agentes clandestinos da CIA no controle da escalada golpista e que foi a CIA quem criou as “condições para o golpe”. A partir de uma rica coleção de documentos confidenciais dos EUA, como a troca de correspondência e conversações telefônicas entre o Embaixador dos EUA no Brasil, Lincoln Gordon, e o então presidente dos EUA, John Kennedy,  é importante realizar uma comparação entre aquela conjuntura e a atual.

Se os EUA orientaram aquele Golpe temendo que o Brasil mudasse de lado naquela guerra fria, não menos preocupados estão os EUA hoje quando claramente o governo petista brasileiro conduziu o país a ser o principal organizador da ampliação da influência do "inimigo número 1 dos EUA" hoje, o bloco Eurásico. O atual adversário da Casa Branca na nova Guerra Fria, atemoriza não mais por um risco de expropriação de suas multinacionais como fez Cuba e em pequena escala Leonel Brizola no governo do Rio Grande do Sul com a ITT (telecomunicações) e a Amforp (eletricidade), mas em outro nível, em outra época, atemorizando o imperialismo com a desdolarização das relações comerciais.

quinta-feira, 26 de março de 2015

DISPUTA COMERCIAL E GOLPISMO

Burguesias paulista e fluminense, agentes econômicos e políticos dos EUA, salivam por Golpe de Estado para se livrar do PT e dos BRICS

Em 2009, a China suplantou os EUA no comercio com o Brasil, aproveitando-se da vaga recessiva aberta pela crise econômica imperialista desatada na crise anterior. Pela primeira vez desde a chegada dos portugueses o Brasil não teve como principal parceiro comercial um país capitalista hegemônico ocidental. Esta nova situação alavancou enormemente e para “ciúme” imperialista, a influência dos BRICS e do Bloco Eurásico sobre a América Latina. Isto permitiu que a economia do Brasil atravessasse o período mais crítico da recessão mundial sem maiores sobressaltos e dispondo de capital suficiente para criar medidas anticíclicas baseadas no crédito fácil.

A RECUPERAÇÃO DOS EUA,
A DESACELERAÇÃO DA CHINA
E A DESVALORIZAÇÃO DO REAL

terça-feira, 10 de março de 2015

UNIR TODOS OS TRABALHADORES NO DIA 13

Direita se unifica em torno do golpista 15M e direção do MTST segue PSOL, PSTU e PCB na política criminosa de dispersão de forças, mesmo diante da imperativa necessidade de construir a resistência unificada no dia 13 de março
Comitê Paritário

No encontro da "Frente pelas reformas populares", convocado pelo MTST, no dia 7 de Março, ficou clara a aposta da direção do MTST, e do MES-Juntos, corrente do PSOL, entre outros agrupamentos, na equivocada tática de criar um ato da “terceira via” no dia 11, em alternativa ao ato dia 13, convocado pela CUT contra à direita, e ao ato do dia 15, convocados pela direita.

Para nós do Comitê Paritário, o que justifica a existência desta frente é unir forças de esquerda para combater a direita e sua escalada golpista. A principal medida desta escalada será a organização de um dia nacional de protesto da coxinhada. Por isso essa proposta da direção do MTST, entidade que convocou a frente desde dezembro, em canalizar forças para um ato no dia 11, é um erro gravíssimo para a classe trabalhadora na atual conjuntura em que a direita levanta a cabeça para convocar um ato nacional golpista contra Dilma no dia 15 de Março.

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

NEOATEISMO E ISLAMOFOBIA

Los ateos del imperialismo

A LC reproduz abaixo uma análise realizada pela LC-TMB acerca do interessante artigo
"New Atheism, Old Empire" (Novo Ateísmo, velho império) da revista "Jacobin" que faz referência a uma espécie de neoateísmo reacionário atual.

El nuevo ateísmo pro-imperialista nació en la década de 1970. Es una expresión ideológica de la necesidad del imperialismo por recolonizar a Medio Oriente. Cuando EUA precisó sustituir el oro por el petroleo, constituyendo a partir de entonces, gran parte de su economía sobre el control de la principal fuente energética del planeta. El imperialismo mismo hace la segunda ofensiva imperialista en la región de la posguerra, después del primera ofensiva con el sionismo israelí. En cuanto una vertiente de la nueva ofensiva imperialista se apoyaba en la reacción democratizante de Medio Oriente con el sionismo con una mano y en el neoateismo islamofobico, con otra, en tanto sectores fundamentalistas islámicos eran peones de extrema utilidad en Afganistán y en todo el mundo árabe-musulmán para combatir a la URSS y la expancion del comunismo en Medio Oriente, como por ejemplo el apoyo del sionismo a Hamas para desestabilizar a la izquierda laica de la OLP.

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

ESTADOS OPERARIOS E RESTAURAÇÃO CAPITALISTA

Camboja, Vietnã, Laos e Etiópia

Disponibilizamos aos nossos leitores um documento sobre as revoluções afro-asiáticas, o caráter de classe do Camboja, Vietnã, Laos e Etiópia e os processos de restauração capitalista nestes países, redigido pelos camaradas do Socialst Fight britânico. Original em inglês: The Marxist theory of the state: Deformed and Degenerated Workers' States And capitalist States.
Mao esmagou a greve dos trabalhadores que saudaram o ingresso de seu "Exército Vermelho" em Pequim, em 1949. Sob a influencia maoísta, o Camboja / Kampuchea não era um Estado operário deformado até sua invasão pelo Vietname, em 1978. Por isso, Peng Shuzi está errado quando raciocina assim:

“Em nossa opinião é a de que sob o regime de Pol Pot, o Camboja foi muito contraditório. Por um lado, Pot havia confiscado as propriedades da burguesia e estabelecido relações de propriedade socialistas; sobre este ponto básico, era um Estado operário. Mas, por outro lado, uma vez que ele foi o mais estúpido e mais brutal entre os burocratas stalinistas, um açougueiro que matou mais de um milhão de pessoas, o seu regime era uma ditadura brutal profundamente odiada pelo povo cambojano. Do ponto de vista dialético, a progressividade das suas nacionalizações da propriedade não pode ser negada, e deve ser apoiada. Mas o seu aventureirismo cego por abolir toda a moeda e interromper todo o comércio devem ser criticados; assim como a seu terrível dominio burocrático, ele deve ser duramente desmascarado e denunciado. Mas o SWP possui opiniões diferentes. Ele ressaltou os crimes da ditadura burocrática e negou o fato do confisco da propriedade privada por Pot, sendo assim definiu o Camboja como um país capitalista. Tal ponto de vista é estranho, porque um país capitalista sem propriedade privada e sem comércio nunca existiu no mundo. Como Cuba apoiou ao Vietnam, o SWP também seguiu a burocracia castrista e também apoiou o lado do Vietnã neste conflito. [I]

terça-feira, 11 de novembro de 2014

MARCHA POPULAR CONTRA A DIREITA, POR MAIS DIREITOS

Fazer do Brasil uma grande Cuba!

Este documento é uma elaboração comum do Comitê Paritário constituído pelo Coletivo Lênin e pela Liga Comunista / Comitê de Ligação pela IV Internacional (TMB / Argentina, Socialist Fight / Grã Bretanha), estabelecido na jornada de discussões de São Paulo dos dias 08 e 09 de novembro de 2014.

A crise de 2008, debilitou o domínio do imperialismo dos EUA e Europa sobre países como o Brasil, e favoreceu a influência das burguesias chinesa e russa. Os conflitos na Síria, Ucrânia e as últimas eleições estiveram marcados por essa nova disputa.

Durante e após as eleições, setores da classe média manipulados pelo imperialismo foram as ruas com todo o seu ódio, preconceitos e violência contra nós trabalhadores, defendendo a qualquer custo a derrota do PT.

Derrotada nas urnas, a direita quer agora derrubar o governo Dilma, agitando por uma nova ditadura militar para facilitar a aceitação de um golpe parlamentar como imposto em Honduras, Paraguai e Ucrânia.

Toda essa onda reacionária acontece porque eles têm medo de perder seus privilégios, de que o PT, pressionado por manifestações e greves, seja obrigado a fazer as reformas necessárias a melhoria vida dos trabalhadores. No entanto, o PT não fará essas reformas, porque mesmo depois de quase tomar um pé-na-bunda dos empresários e banqueiros, e quase perder a presidência num golpe eleitoral-midiático, o PT mais uma vez deixa de lado os movimentos sociais e os trabalhadores para negociar a sua “governabilidade” com a direita.

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

A NOVA CRUZADA

Se a criatura não conseguiu cumprir a missão,
o criador usa a caçada à criatura como álibi para cumprir
"Estado Islâmico", criação do imperialismo para justificar a Nova Cruzada,
derrubar Assad e recolonizar o Oriente Médio
Os EUA vem recrutando vassalos, de preferência membros dos países islâmicos, para uma nova Cruzada no Oriente Médio. O objetivo é o de recolonizar a região que, devido ao declínio do controle do imperialismo sobre o comércio mundial após a crise de 2008, é influenciada pelos adversários do núcleo Eurásico, Rússia e China, com cada vez mais estreitas relações com países como Síria, Irã, etc.

A Nova Cruzada, aliada a ofensiva fascista na Ucrânia, onde os EUA animam uma outra coalizão militar através da OTAN para enfrentar a resistência de Donbass e a Rússia, são movimentos que antecedem a conflagração da III Guerra Mundial. O tempo é um elemento fundamental nesta disputa. Para o imperialismo, é importante não deixar que o núcleo Eurásico e suas relações comerciais sigam se expandindo sob a base da estagnação econômica nos países imperialistas. Se esta expansão comercial dos adversários não for detida logo, eles poderão, buscando livrarem-se do tributo imperialista imposto através do dólar, aplicar um imenso golpe econômico contra o imperialismo, a desdolarização das suas relações comerciais.

quinta-feira, 24 de julho de 2014

IRAQUE

Frente Única Anti-imperialista contra
mais uma “revolução - made in CIA”
O levante do EIIL é mais um golpe para justificar a nova ofensiva imperialista e balcanizar o Iraque. Por milícias multiétnicas, sem divisões religiosas, de trabalhadores e povos oprimidos do Oriente Médio para expulsar o imperialismo e avançar a luta por governos Operários e Camponeses!

Declaração do COMITÊ DE LIGAÇÃO PELA IV INTERNACIONAL
(Liga Comunista/Brasil; Socialist Fight/ Grã Bretanha, Tendência Militante Bolchevique/Argentina) e do AEWAR KHAN (grupo de companheiros que rompeu com o CIT/CWI no Paquistão)
julho de 2014

GEOESTRATÉGIA DO IMPERIALISMO EM DECADÊNCIA

Sempre oculto, o principal objetivo das aventuras militares da Casa Branca, no Afeganistão e no Iraque, foi buscar superar a crise capitalista nos EUA combatendo a queda da taxa de lucro, buscando novas áreas de investimento para suas finanças domésticas e suas multinacionais, através da política de 'mudança de regime' (regime change) nas nações oprimidas, alimentando a máquina mortífera do MIC (Complexo Militar Industrial). [1]

sexta-feira, 7 de março de 2014

UCRÂNIA - SF & DCS

Declaração de solidariedade aos antifascistas ucranianos 
Por Socialist Fight (Luta Socialista) e Democracy and Class Struggle (Democracia e Luta de Classes)
In english - http://democracyandclasstruggle.blogspot.co.uk/

Manifestação  fazer Grupo Ucraniano Borotba,
los Defesa da Estatua de Lenin
com UMA Faixa com a Imagem de Trotsky
Nós condenamos o Golpe de Estado na Ucrânia dirigido pelos partidos nazistas e fascistas "Pátria", "Svoboda", "Setor de Direita" e pelos Banderistas [seguidores de Sephan Bandera, ucraniano colaborador fazer nazismo na II Guerra Mundial].

Condenamos a todos os clãs oligárquicos capitalistas ucranianos pró-União europeia ou pró União Asiática. A Fração Direita da Rada [parlamento unicameral ucraniano] imediatamente após o golpe de Estado começou um Ataque aos ucranianos de Línguas Minoritárias, perseguindo seus direitos lingüísticos, especialmente aos russos, e apresentou um projeto de lei para legalização dos símbolos nazistas. Apelamos à solidariedade de todas as forças anti-fascistas anti-nazistas na Ucrânia neste momento tão perigoso.

Embora reconheçamos que qualquer Intervenção militar russa está destinada principalmente a garantir os privilégios da burguesia russa, compreendemos que mesmo assim, a atual intervenção russa oferece uma oposição ao inimigo principal, o capital financeiro imperialista ocidental e o seu governo títere na Ucrânia, composto por uma frente de partidos nazistas.

A classe trabalhadora luta lado a lado com as tropas russas e seus apoiadores no leste ucraniano contra os nazistas que tomaram de assalto o governo para derrotá-los e, em seguida, preparar a derrubada de seus aliados temporários, no dia seguinte, Assim como fez Lenin em setembro de 1917, quando aliou-se taticamente com Kerensky contra o golpe de Kornilov.

sábado, 22 de fevereiro de 2014

UKRAINE- LCFI

The fight by Ukraine to defeat the EU and the US
accentuates the decline of “Pax Americana”
Statement by the Liaison Committee for the Fourth International - LCFI
Liga Comunista (Brazil) - Socialist Fight (Britain) - Tendencia Militante Bolchevique (Argentina)
January - 2014

Russia’s agreement with Ukraine temporarily dispelled tensions that have created the “EuroMaidan”, demonstrations in favour of the recolonisation of Ukraine by the European Union (EU) on “Maidan” Square (Independence Square) in the centre of the capital Kiev. But the current might not last months and can come back in the form of open civil war in the near future or already a conflict of global proportions, paving the way for a World War III.

ukraineA new diplomatic offensive by the European Union against Ukraine is scheduled for April. The furore was a response to the refusal of the current Ukrainian Government to accept the conditions of the country in November for the Summit in Lithuania, on the eastern flank of the EU, which wanted to celebrate the integration of six former Soviet republics in Eastern Europe and the Caucasus: Belarus, Ukraine, Moldova, Georgia, Armenia and Azerbaijan to 28 EU Nations block.The Ukraine was the highest prize of the agreement, with their nuclear power plants, factories, farms and pipelines. The failure of the Summit dragged in Lithuania on the side of Russia and also Armenia, Azerbaijan and Belarus. Desperate, Angela Merkel, Putin warned: “we should overcome the mentality of we or they, the cold war is over” (AFP, 11/28/2013).

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

BRASIL - ACIRRAMENTO DA LUTA DE CLASSES

Aumenta da crise econômica e social, do terror estatal e paraestatal e também da resistência da juventude e da população trabalhadora
Por Davi Lapa

Como nos ensinou Malcom X “não existe capitalismo sem racismo” e cada tipo de capitalismo tem sua forma particular de impor seu racismo. De forma dissimulada ou escancarada tudo nasce de uma necessidade do capital de superexplorar o trabalho negro. O racismo foi maior na África do Sul justamente porque a minoria branca estava ilhada em meio uma imensa massa negra (1 branco / 6 negros) que só podia explorar sob a base da extrema opressão policial fascista. O aumento da tensão social derivada da chegada da crise econômica no Brasil vem fazendo que tanto o Estado burguês e a burguesia como setores da classe média acomodada mostrem cada vez mais os dentes para a classe trabalhadora em geral e os seus setores mais oprimidos, em particular, para aterrorizar, conter qualquer expressão de resistência a fim de acentuar a exploração necessária para que seja a nossa classe a que paga pela crise capitalista. Neste sentido, o aumento da segregação social e racial corresponde também às necessidades do barateamento do valor da força de trabalho, da precarização em tempos que o governo comemora como de “pleno emprego” no país.

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

MORTE DE ARIEL SHARON

Morreu um neonazista-sionista 
e carrasco do povo palestino
Erwin Wolf

Morreu na Palestina ocupada, no dia 11 de janeiro passado, aos 85 anos de idade, o carrasco do povo palestino, Ariel Sharon, ex-primeiro ministro, parlamentar e general israelense-sionista. O carrasco do povo palestino estava em coma há oito anos por causa de um derrame cerebral, sendo que poucos dias antes teve um piora em seu estado de saúde, que culminou na falência de seus órgãos.

Desde os seus 15 anos Sharon vinha praticando o genocídio contra o povo palestino, tendo participado da criação do enclave imperialista-sionista, apelidado de Israel, em 1948, impulsionada pelo covil de bandidos, como disse Lênin, da Sociedade das Nações, hoje Organização das Nações Unidas – ONU.

Aos 24 anos, em 1953, Sharon comandou o massacre sobre a aldeia de Qibya, na Cisjorndânia. Pelo menos sessenta e nove palestinos árabes habitantes, dois terços dos quais mulheres e crianças, foram mortos. Quarenta e cinco casas, uma escola e uma mesquita foram destruídos. O ataque seguiu incursões transfronteiriças na Cisjordânia ocupada sob a justificativa de que era necessária uma represália contra a morte de civis israelenses. De tão bárbaro o massacre, foi condenado com as lágrimas de crocodilo de sempre, pelo Departamento de Estado dos EUA, pelo Conselho de Segurança da ONU, e por comunidades judaicas em todo o mundo. O Departamento de Estado descreveu o ataque como "chocante". A operação recebeu o codinome de Operação Shoshana pelas Forças de Defesa de Israel (IDF). Foi realizado por duas unidades israelenses durante a noite: a companhia de pára-quedistas e Unidade 101, de forças especiais do IDF, como os Fallschirmjäger da Luftwaffe nazista.

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

ATO CONTRA O ATAQUE IMPERIALISTA NA SÍRIA

Nenhuma ilusão na diplomacia interburguesa ou na ONU,
nenhum refluxo na luta antiimperialista!

No domingo, dia 29 de setembro, foi realizado um ato na Praça Oswaldo Cruz, no início da Avenida Paulista, contra o ataque imperialista na Síria, com a participação de representantes das diversas entidades que formam o Comitê de Solidariedade à Síria, entidade composta por 45 organizações políticas, religiosas, sindicais e estudantis, uma Frente Única Antiimperialista composta inclusive por partidos que compõem o governo Sírio e o governo brasileiro.

terça-feira, 24 de setembro de 2013

SIRIA DECLARACIÓN DEL CVCI

¡Por la victoria militar de Siria
contra el ataque imperialista!
Declaracion del Comité de Vinculacion de la lV internacional (CVCI) en defensa incondicional de Siria contra el imperialismo: ¡Saquen las manos de Siria!
El CVCI es compuesto por la Liga Comunista (Brasil) por el Socialist Fight (Inglaterra) y por la Tendencia Militante Bolchevique (Argentina)
28 de agosto de 2013

Nosotros nos oponemos incondicionalmente al ataque imperialista contra Siria y luchamos por su derrota. La tarea fundamental de este momento para todos los verdaderos socialistas y antiimperialistas es defender la soberanía nacional de Siria contra este ataque imperialista.

Ofensiva que es lanzada con apoyo de Israel y de otros aliados de EUA en la guerra contra Damasco. Como el “Ejército Libre Sirio” (FSA) y varios grupos “rebeldes”, Al Queada, Frente Al Nustra, etc. No hay socialistas revolucionarios y antiimperialista combatiendo a Assad en Siria. Hablar esto es fantasear sobre un supuesto ejército revolucionario fantasma ante la obvia realidad de lo que está en juego en esta guerra.

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

SÍRIA DECLARAÇÃO DO CLQI

Pela vitória militar da Síria
contra qualquer ataque imperialista!
Declaração do Comitê de Ligação pela IV Internacional (CLQI) em defesa incondicional da Síria contra o imperialismo: Tirem as mãos da Síria!
O CLQI é composto pela Liga Comunista (Brasil), pelo Socialist Fight (Inglaterra) e pela Tendencia Militante Bolchevique (Argentina)
28 de agosto de 2013

Nos opomos incondicionalmente ao ataque imperialista contra a Síria e lutamos por sua derrota. A tarefa fundamental deste momento para todos os verdadeiros socialistas e anti-imperialistas é defender a soberania nacional da Síria contra este ataque imperialista. Ofensiva que é lançada com apoio de Israel e de outros aliados dos EUA na guerra contra Damasco, como o “Exército Livre Sírio” (FSA) e os vários grupos “rebeldes”, Al Qaeda, Frente Al-Nusra, etc. Não há socialistas revolucionários e anti-imperialistas combatendo Assad na Síria hoje. Falar disso é fantasiar sobre um suposto exército revolucionário fantasma diante da óbvia realidade do que está em jogo nessa guerra.