Combater a burocratização imposta pela política
pró-imperialista e governista dentro de nossas organizações de massa!
Construir oposições classistas em todas as centrais e
reconquistar os sindicatos para os trabalhadores sob uma política marxista e
revolucionária!

Ao longo de quase dois séculos, nós trabalhadores adquirimos
experiência na luta de classes contra os patrões, o Estado capitalista e o
imperialismo. Mas esta experiência vem sendo jogada na lata do lixo por grande
parte das organizações sindicais hoje e isto inclui lamentavelmente a
CSP-Conlutas. Trata-se de uma política estranha à unidade sindical e à completa
independência política financeira das organizações dos trabalhadores em relação
aos patrões, ao Estado burguês, seu aparato repressivo e ao imperialismo, temas
muito caros que vêm sendo abandonados e os quais achamos fundamental defender
com unhas e dentes.
A QUESTÃO DA UNIDADE SINDICAL
Os revolucionários devem atuar também nos sindicatos mais
reacionários e até fascistas como nos ensinaram Lenin e Trotsky. A quase
totalidade das direções sindicais hoje é reacionária e os sindicatos
profundamente burocratizados fazem o jogo do patrão e dos governos. Mais ainda
são as centrais que mais distantes estão das assembléias de base e das lutas
cotidianas do proletariado. Seja como for e da forma como a repressão política
burocrática exigir, os revolucionários devem atuar em todos os sindicatos e centrais
reacionárias, pró-imperialistas e fascistas defendendo a unidade de toda a
classe para a luta de seus interesses imediatos, a unidade de toda a classe em
uma só central sindical.
