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sábado, 13 de setembro de 2014

EM DEFESA DO BOROTBA CONTRA O FASCISMO NA UCRÂNIA

Em defesa da libertação imediata do preso político
Wladyslaw Wojciechowski, membro do Borotba!

"Ontem à noite, em Odessa, foi preso o ativista do "Borotba" Vladislav Wojciechowski. De acordo com nossas informações, o Serviço de Segurança da Ucrânia vai processar Vladislav por "terrorismo". Durante a busca do apartamento onde ele morava, foram plantados explosivos...

A prisão do camarada Wojciechowski mostra que o regime de Poroshenko não quer promover a paz civil, pelo contrário, continuam as detenções de ativistas por razões políticas.

A associação "Borotba" exige a libertação imediata dos presos políticos Wladyslaw Wojciechowski!
Vladisdav Wojciechowski estava na Casa dos Sindicatos no dia 02 de maio, ele foi um dos que sobreviveram, porém, ele recebeu profundos golpes dos nazistas, chegando a sofrer lesões que lhe causaram traumatismo craniano."

http://borotba.su/v_odesse_arestovan_aktivist_borotby_vladislav_vojcehovskij.html

terça-feira, 8 de abril de 2014

POR UMA FRENTE ÚNICA ANTIGOLPISTA INTERNACIONALISTA NO PRIMEIRO DE MAIO!

Por um primeiro de maio de luta
contra o imperialismo e o golpismo!
Erwin Wolf e Humberto Rodrigues

A oposição burguesa PSDB, DEM, PSB, SDD, PSOL, apoiados por setores do PMDB, PDT e PP, estão aproveitando da crise da Petrobrás, fustigada pelo próprio imperialismo, para levar adiante um impeachment de Dilma através da CPI no Congresso Nacional. O Brasil sofre embrionariamente uma escalada golpista em meio a onda dos golpes parlamentares que ocorreram em Honduras, Paraguai e Ucrânia.

POR QUE O IMPERIALISMO AMEAÇA GOLPEAR UM GOVERNO TÃO VASSALO DO CAPITAL FINANCEIRO COMO O DO PT?

Na base da reação golpista está o fato de todas as medidas anticíclicas adotadas pelo governo Dilma para retardar a chegada da crise de 2008 ao Brasil terem colapsado e agora o imperialismo estar exigindo a aplicação dos famigerados "planos de ajustes" para aumentar a extorção nacional e a superexploração dos trabalhadores. A crise interburguesa entre o governo Dilma e o imperialismo (que tem como agentes de suas demandas a oposição burguesa), se dá porque o primeiro se nega a adotar tais medidas impopulares agora, em ano eleitoral.

Há mais de dois anos a LC já havia alertado "Medidas anti-crise de Dilma, matando a sede com água salgada" [ 1 ] porque o modo vassalo do governo do PT retardar o contágio do país pela crise estava potenciando seus efeitos quando ela chegasse. Os governos Lula e Dilma acentuaram a desindustrialização do Brasil, o endividamento das famílias trabalhadoras, as tendências semi-coloniais e agro-exportadoras [ 2 ]. 

terça-feira, 1 de abril de 2014

50 ANOS DO GOLPE DE ESTADO NO BRASIL

Líbia, Síria, Egito, Honduras, Paraguai, Ucrânia, Venezuela, o espectro do golpismo ronda o planeta
Derrotar a reação golpista no Brasil!
Nenhuma confiança no governo Dilma, que aprimora o aparato repressivo herdado do regime militar contra a população trabalhadora!

DECLARAÇÃO DA LIGA COMUNISTA - 50 ANOS DO GOLPE DE ESTADO NO BRASIL

50 anos depois do golpe de Estado de 1964, a população trabalhadora segue sob a ditadura do capital. Ditadura agravada pela decomposição da frágil democracia instituída em 1985. Se a crise econômica mundial de 1973 marcou o início do declínio da ditadura militar, a crise de 2008, que atinge retardatariamente o Brasil, coloca novamente o país em uma encruzilhada: avançar em direção a revolução social ou retroceder para um novo golpe de Estado.

Desde 2012, ano de maior número de greves no país desde 1996, a quantidade de lutas no Brasil vem crescendo visivelmente. Em 2013, ocorreram as maiores manifestações de massas do país desde as “Diretas já!” e o “Fora Collor!”. Em 2014, os protestos começaram com os rolezinhos da juventude oprimida contra o apartheid brasileiro, foram seguidos pela greve dos correios em defesa de seu plano de saúde, pelos condutores de Porto Alegre contra os patrões e contra os pelegos, e pela vitoriosa luta por aumento salarial dos garis cariocas. Este ascenso representa a resistência da população trabalhadora à política burguesa de tentar fazer que os trabalhadores paguem pela crise capitalista. As classes dominantes perceberam que não dá para conter a onda excepcional de resistência popular com os meios tradicionais da democracia burguesa.