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sexta-feira, 28 de março de 2014

PROFESSORES ESTADUAIS - SÃO PAULO

Chega da enrolação da Apeoesp enquanto o tucanato toca o caos na educação!

Suplemento de agitação da Liga Comunista
para a assembleia da Apoesp de 28/04/2014

Unificar todos os trabalhadores do Estado e do município de São Paulo em um ato-assembleia de greve no MASP no início de abril!
Construir uma greve de verdade para conquistar a redução da jornada, o aumento real do salário e direitos iguais para todos os professores!
Derrotar a ditadura de “Bebel”, da chapa 1!
Nenhuma ilusão na chapa 2, da “situação alternativa”!
Construir uma oposição de verdade para reconquistar a Apeoesp para a lutar dos professores!

Notas relacionadas:
PROFESSORES ESTADUAIS - SP

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

PROFESSORES ESTADUAIS - SP

Quantas Danilas precisarão morrer para acabarmos com tanta humilhação? Por uma APEOESP que lute de verdade pelo fim da precarização e que derrote o governo escravocrata tucano!

Logo nos primeiros meses se percebe que a situação dos professores da rede pública paulista, que já provocava a evasão de três mil por ano em 2013, piorou muito em 2014. Atribuições desorganizadas, aulas atribuídas aos precarizados em fevereiro passíveis de serem perdidas em março para novos concursados, fechamento de muitas escolas de nível médio para a criação de poucas de tempo integral, salas mais superlotadas, jornada estressante e salários miseráveis, ... Tudo isso não acontece por meros problemas administrativos.

O ESTADO MANTÊM A FARSA DE QUE TEM POUCA AULA DISPONÍVEL, MAS, A VERDADE É QUE FALTA PROFESSOR PARA OS QUASE 10 MILHÕES DE PESSOAS EM IDADE ESCOLAR EM SP

Cada vez mais professores descobrem agora com profundidade a verdadeira função do “maior concurso da história do país”. Uma manobra preventiva para atrair para a rede uma quantia de professores (322 mil candidatos!) que repusesse a sangria desatada de educadores previsível diante dos novos ataques e que ainda formasse um “exército de reserva” para reposição futura, mantendo permanentemente a aparência de que não tem aula para todos os 500 mil dispostos a trabalhar quando na verdade faltam professores para a população de mais de nove milhões de pessoas em idade escolar.

“A CRISE NÃO É UMA CRISE, É UM PROJETO”

domingo, 26 de janeiro de 2014

BALANÇO DO 32º CONGRESSO DA CNTE

Passar por cima dos pelegos e aprovar nas assembleias sindicais de todo país a conversão da greve de mentirinha de 17 a 19/03 em greve nacional por tempo indeterminado por aumento de salário e redução de jornada!

O 32º Congresso da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação, CNTE, ocorrido entre 16 e 19 de janeiro de 2014, contou com a participação de 2.300 delegados. Trata-se do Congresso da maior Confederação de trabalhadores do país, que representa cerca de 2,5 milhões de professores e funcionários de escolas públicas do Brasil que fazem parte da base de 48 sindicatos. O que faz com que cada delegado represente cerca 1.087 trabalhadores em educação. Maior que o da CNTE, só o Congresso da própria CUT, na qual a CNTE é filiada e possui maior bancada setorial.

Sendo assim, para todos aqueles que lutam por uma nova direção política para a luta dos trabalhadores e das massas oprimidas em geral, a disputa do Congresso da CNTE possui uma enorme importância política estratégica, independente de que hoje esta direção seja testa de ferro dos interesses dos governos burgueses e de que seus Congressos sejam ultraburocratizados. Esta premissa foi reforçada no ano passado porque foram os professores a categoria dos trabalhadores organizados que maior influência exerceu sobre as jornadas de lutas e manifestações de rua em 2013.

A IMPORTÂNCIA DA DISPUTA CONTRA TODA A PELEGADA PELA DIREÇÃO POLÍTICA
DOS TRABALHADORES EM EDUCAÇÃO PARA A LUTA DE CLASSES NACIONAL EM 2014

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

PROFESSOES MUNICIPAIS – SÃO PAULO

Aprovar no Congresso um ato em defesa do ensino público,
gratuito e sob o controle dos trabalhadores!
Não ao projeto de desestruturação do ensino público!
Panfleto do Movimento Unificado de Oposição Classista distribuído no XXIV Congresso dos Professores Muncipais de São Paulo, Sinpeem, que ocorre entre 30 de outubro a primeiro de novembro, com a participação de mais de quatro mil delegados.
O governo Municipal, além de não cumprir em muitos pontos o acordo da greve de maio passado, lança sobre nossa cabeça, como uma espada de Democles, um PACOTAÇO DE MALDADE, tentando com isto regatar a desmoralização imposta pelas ruas em junho. Esses políticos de plantão dos mais diferentes partidos burgueses, seja na esfera federal, municipal ou estadual, a exemplo de São Paulo, onde o governador  Geraldo Alckim (PSDB), estão envolvidos em escândalos de desvio de mais de 400 milhões das obras do Metrô, aparecem mais  queimados do que brasa em noite de São João.

Estes parasitas fingem responder aos anseios da classe trabalhadora e do povo em geral através de medidas populistas, empurrando goela abaixo propostas mirabolantes que não respondem em nada pela melhoria do ensino público. A última dessas panaceias é o projeto lançado pelo prefeito Haddad (PT), chamado de Mais Educação, um pacote que aprofunda a política privatista e de precarização dos governos anteriores, o que não atende as expectativas pedagógicas dos educadores e nem tampouco da comunidade.

Para ter Mais Educação exigimos que Haddad:

• Cumpra sua parte no acordo feito na última greve;
• Atenda à nossas exigências de diminuição do número de alunos em sala de aula;
• Garanta o direito a todos os professores que optarem pela JEIF;
• Acabe com a terceirização das atividades fins, bem como aquelas atividades meios hoje praticadas nas  escolas e CEIs;
• Construa imediatamente mais unidades para atender as demandas das crianças e os dos pais trabalhadores; respeite o direito dos professores aposentados pelas duas referências;
• Garanta a evolução do Quadro de Apoio e Quadro Técnico.

terça-feira, 15 de outubro de 2013

DIA DO PROFESSOR: NADA A COMEMORAR

Sair às ruas com os estudantes, os
professores do Rio e de todo o país
Ato Unificado
"Junho não acabou:
agora é a vez da educação"
18 - Largo Da Batata em São Paulo

Neste “Dia do Professor” vivemos a pior situação de todos os tempos. Ao contrário do que dizem os sindicalistas traidores e os governos inimigos da Educação, nada temos a comemorar.

UM VERDADEIRO
REGIME ESCRAVIDÃO!

Recebemos os mais baixos salários entre os profissionais com formação superior (e da maioria dos técnicos de nível médio). A maioria dos professores se submete a duplas ou triplas jornadas e o famigerado governo tucano (como outros) está impondo uma jornada que pode chegar a 65 horas semanais. Dezenas de milhares de Professores (“categoria O"), perderam direitos elementares, como ao atendimento médico pelo IAMSPE e não têm sequer o direito a faltas médicas.

Junto com os estudantes estamos submetidos a um regime ditatorial nas escolas, que mais parecem presídios, e que, na maioria das vezes, não têm  condições elementares para levar adiante um processo de ensino-aprendizagem adequado. A “aprovação automática”, a falta de recursos fundamentais e toda a organização escolar estão voltadas para distribuir diplomas para milhões de alunos que nada aprendem e a humilhar e desmoralizar o trabalho docente.

sexta-feira, 16 de março de 2012

PRIMEIRA GREVE NACIONAL DOS TRABALHADORES EM EDUCAÇÃO DO BRASIL

Para que a greve seja vitoriosa e conquiste melhores condições de ensino e de vida, as assembléias precisam mais uma vez passar por cima das direções governistas dos Sindicatos e da CNTE/CUT
do Folha do Trabalhador #11 - março 2012
Neste momento se realiza a primeira greve nacional da educação estatal brasileira, um dos setores mais castigados pela crise econômica mundial. Em 2012, o governo Dilma realizou o maior corte da história do orçamento federal, R$ 55 bilhões. A área social foi a mais atingida. A educação (R$ 1,9 bi), juntamente com a saúde pública (R$ 5,5 bi), tratados demagogicamente como prioridades pelo governo, perderam no total R$ 7,4 bilhões. O dinheiro será desviado para os empresários, banqueiros, multinacionais e especuladores através do pagamento da fraudulenta dívida pública, subsídios, etc.
Cada um dos estados e prefeituras também reduziu as verbas para o ensino. A criação da Lei do Piso Nacional (11.738/88) sob pressão da luta da categoria, nunca passou de uma medida demagógica do governo do PT que nunca zelou por seu cumprimento por parte dos Estados e Municípios que recebem os recursos do Fundeb, mesmo sendo o piso estipulado em R$ 1.451,00 (para uma carga horária correspondente a 40h semanais), extremamente defasado em relação as perdas salariais históricas do magistério. Como parte da troca de favores inter-burguesa, Dilma favorece que os governos estaduais e municipais que desviem o dinheiro dos salários dos professores para o enriquecimento da classe dominante. Inclusive é o Rio Grande do Sul, governado por Tarso Genro, ex-ministro da Educação do Governo Lula, o Estado que paga o mais baixo salário: 791 reais (40h).