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domingo, 22 de junho de 2014

TEORIA LENINISTA

Rússia e China
NÃO são Estados imperialistas

Declaração do Comitê de Ligação pela Quarta Internacional - CLQI
Junho de 2014

É necessário polemizar contra a justificativa ideológica adotada tanto pela posição pró-imperialista quanto pelo "terceiro-campismo" de “nem Moscou nem EUA/UE/OTAN, mas com a classe trabalhadora internacional!”; que qualifica a Rússia e a China como países imperialistas (“Imperialismo Oriental”). Portanto, para os que pensam assim qualquer conflito entre China e Rússia, ou de ambos, contra o imperialismo global dominado pelos EUA (“Imperialismo Ocidental”) não passaria de um conflito entre potências imperialistas rivais e, portanto, os socialistas revolucionários não deveriam apoiar nenhum dos dois lados nessa guerra. Deveríamos, seguindo essa concepção errônea, defender o derrotismo revolucionário tanto para nós como para a classe operária russa/chinesa, ou seja, eles deveríam defender a derrota de sua própria burguesia, a fim de combater o chauvinismo imperialista que varre as massas em tempos de guerra através de seus principais instrumentos dos tempos modernos, os partidos trabalhistas, social democratas e a burocracia sindical.

Acreditamos que isso está fundamentalmente errado, ou seja, acreditamos que nem a Rússia nem a China são potências imperialistas no sentido marxista e que, portanto, diante de qualquer conflito entre o imperialismo e estes Estados é necessário formar uma Frente Única Anti-imperialista separadamente ou em conjunto com eles caso sejam simultaneamente atacados.

sábado, 21 de junho de 2014

UCRÂNIA, RÚSSIA E CHINA - CLQI

Abaixo à Junta dos EUA/CIA em Kiev!
Esmagar o ataque fascista contra
“Novorossiya” (Nova Rússia)!

Declaração do Comitê de Ligação pela Quarta Internacional - CLQI,

Antes de tudo é necessário estabelecer que por trás da guerra geopolítica do imperialismo dos EUA na Ucrânia há uma estratégia global. A citação a seguir é parte da introdução de Eric Zuesse do Global Research para o documentário: “US support of violent neo-Nazis in Ukraine: Video Compilation” (algo como “Os EUA apoiam os violentos neonazistas na Ucrânia: um Vídeo Compilação”) - http://www.youtube.com/watch?v=8-RyOaFwcEw que descreve e expõe como, no estilo de Goebbels, é realizada a propaganda de guerra da mídia de massa ocidental no atual contexto político mundial:

No entanto, para realmente entender este documentário é preciso primeiro entender o contexto do esforço que foi iniciado pelo presidente dos EUA, Bill Clinton, e que agora está sendo continuado (turbinado) pelo presidente Barack Obama; para cercar a Rússia com mísseis dos EUA e da OTAN, basicamente, completando o que o presidente Ronald Reagan tinha começado com o seu programa ‘Guerra nas Estrelas’ de mísseis de defesa, o que a primeira vista pareceu um elefante branco para os empreiteiros militares dos EUA, mas que agora se tornou uma autêntica possibilidade tecnológica: cercar a Rússia (originalmente a URSS) com armas norte-americanas, a fim de impor uma incontestável monopolaridade, 100% do controle mundial, das demais economias nacionais e burguesias, pela aristocracia dos EUA. 

terça-feira, 27 de maio de 2014

NÚCLEO RUSO-CHINO, IMPERIALISMO Y PROLETARIADO

Contradicciones que pueden ser ventajosas
para la causa del proletariado internacional
Tendencia Militante Bolchevique - Argentina

A Liga Comunista reproduz apontamento de sua irmã argentina, a Tendencia Militante Bolchevique, também membro do Comitê de Ligação pela IV Internacional, após o último mega-acordo Russo-Chinês de cooperação estratégica para a consolidação do bloco eurásico.

El pivote chino por si solo no puede desafiar a la hegemonía de EUA, forzosamente tiene que integrarse con Rusia en un núcleo ruso-chino. Este núcleo ruso-chino, constituye una suerte de división de tareas, en donde China sin dejar de ampliar su fuerza militar, compite ante todo con EUA en términos económicos y Rusia por otro lado, si dejar de expandirse economicamente – a partir del lote de base material sobreviviente heredado de la URSS – compite ante todo con EUA desde el desarrollo de su fuerza militar.

Hasta ahora no hay ninguna potencia emergente capaz de competir con EUA en las 2 vertientes: económica y militar. Por otro lado, hay que señalar que EUA ya da síntomas de que esta en una fase de desajuste entre la expansión de su fuerza militar y la solidez de su base económica capaz de garantizar la "sustentabilidad" en el tiempo de esa misma fuerza militar.