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quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

GANGSTERISMO DO PO ARGENTINO

Liga Comunista repudia agressões
do Partido Obrero contra a TPR

Camaradas da TPR,

Nos opomos incondicionalmente ao ataque físico desferido por comandos do PO contra o ato da TPR.

Nós compreendemos que essa agressão corresponde ao atual curso social democrata e oportunista do PO. Quanto mais frágil e contraditória é o conteúdo da política que o PO defende mais precisa blindar esta política por todos os meios até contra a mais tímida crítica vinda de sua esquerda. Sendo assim, não é por acaso que apela para métodos mafiosos típicos da própria burocracia sindical que assassinou Mariano Ferreyra.

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

CLAVES PARA UNA EXPLICACIÓN MARXISTA PARA LOS RESULTADOS ELECTORALES

La clave de la actual coyuntura política se explica
ante todo por las tendencias  de tipo económico
Leon Carlos, Tendencia Militante Bolchevique, Argentina
clique aqui para acessar o blog da TMB argentina

Tapa de PO, principal partido del FIT
en abierta socialdemocratizacion
Los principales productos exportados por Argentina, soja, maíz, etc., que en el largo plazo tienden a una suba a corto plazo apuntan a una tendencia a la baja. Eso se debe sobre todo a la actual productividad de los competidores históricos del capitalismo agroganadero argentino: el agronegocio estadounidense. Ese contexto de alta volatilidad del mercado mundial de commodites ejerce una gran repercusión en el interior de la llamada “economía argentina”.

El conjunto de las direcciones político tradicionales burguesas, también estuvieron influenciadas por este impacto – sobre todo en la imposibilidad manifiesta de recomposición del bipartidismo, tal como se había esbozado en la tendencia a la unificación de la UCR con el PS y variantes “nacional-populares” como Libres del Sur , Proyecto Sur, etc.

La pulverización política, que afecto a las alas burguesas que vienen de la coalición kichnerista tal como Libres del Sur, como a los que vienen de afuera, partidos neoucerreistas, como el GEN, Coalición Cívica, etc., hoy sumados a ONGs como “La Alameda”. En estos casos sobre la base del eje UCR-PS se nota una tendencia a partir de los sectores políticos citados con anterioridad a la cohesión de una parte del arco no-peronista.

Dentro del peronismo se apunta al surgimiento de dos partidos, tal como se manifestó en la autentica interna abierta del PJ bonaerense, con Massa y su liga de intendentes del Frente “Renovador” y el frente para la victoria de dirigido a nivel provincial por Scioli, candidato al delfinasgo cristinista.

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

REVISANDO O REVISIONISMO II

A herança que nós renunciamos da
política Frente Populista do Partido Obrero
Informativo da CRCI chamando voto no MAS
boliviano, uma frente popular em forma de partido
Fustigados por uma correspondência de uma recente ruptura do Partido Obrero argentino, a Tendencia Piquetera Revolucionária (TPR), a qual reproduzimos logo abaixo, fomos levados, a LC e a TMB, a realizar um acerto de contas com nossa origem política na corrente internacional dirigida por Jorge Altamira. Tratava-se de uma tarefa até então pendente para a LC que nunca foi resolvida pelo PCO, LBI, POR ou POM, organizações brasileiras que tiveram sua origem no altamirismo e que não por acaso carregam hoje os vícios desta vertente do pseudo-trotskismo. Quando esboçaram algum balanço de sua matriz estes agrupamentos no máximo realizaram convenientemente críticas do momento de sua ruptura em diante, sob o auto-engano de que tudo era correto e principista até o momento em que foram levados a romper, recusando-se a combater pela raiz a tradição altamirista. Lamentavelmente os companheiros da TPR incorrem no mesmo equívoco. Romperam organicamente com o PO, mas seguem reivindicando o “altamirismo das origens”. Sob a mesma influência deformada encontram-se em menor ou maior grau o conjunto dos agrupamentos do CRCI que até o momento não firmaram um combate contra as concepções de “governo de toda a esquerda”, de apoio crítico ao MAS Boliviano e ao Syriza na Grécia, de formação de frentes populares “anti-austeridade”.
Qual a importância deste debate hoje? Simples. Primeiramente para disputar a consciência política dos militantes honestos que militaram ou militam na base das organizações influenciadas pelo PO, na Grécia (EEK), Itália (Partito Comunista dei Lavoratori), Venezuela (Opción Obrera), etc. e também porque a direção do PO renega  o combate trotskista contra a política de frentes populares em favor da estratégia conciliacionista de “frentes de esquerda” ao mesmo tempo em que rechaça a tática da frente única antiimperialista aderindo como papagaio ao ombro esquerdo da OTAN nas campanhas militares de re-colonização do Oriente Médio em favor das reacionárias contra-revoluções árabes na Líbia e na Síria e do aborto dos levantes populares nos demais países da região. Por tudo isto, este debate assume uma importância capital para aqueles que se reivindicam marxistas em nosso tempo e lutam por fundir o comunismo com o movimento operário ativo, para aqueles que acreditam que sem este combate não é possível assentar as bases programáticas para as táticas e estratégias revolucionárias para a atual etapa histórica.

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

ARGENTINA

Militante do Polo Obrero é assassinado pela burocracia sindical mafiosa e governista


EM TEMPO: Quando fechávamos esta edição d’O Bolchevique toma­mos conhecimento do assassinato de Mariano Ferreyra, de 23 anos, militante do Polo Obrero, braço sindical do Partido Obrero argentino. Na quarta, 20 de outubro, quando se prepa­rava junto com seus companheiros ferroviários terceirizados para bloquear uma linha de trem, reivindicando sua readmis­são e efetivação pela empresa Roca, Mariano foi baleado no tórax por bate-paus da burocracia sindical patronal e gover­nista, ligados a CGT.

Em repúdio contra este assassinato, organizações de es­querda e sindicalistas convocaram uma manifestação no dia 21 de outubro no centro de Buenos Aires. Para acalmar os ânimos do proletariado indignado com mais esse ataque bru­tal anti-operário e livrar a responsabilidade de seus agentes sindicais no episódio, a presidente argentina, Cristina Kirch­ner expressou protocolarmente “seu mais enérgico repúdio”.

Nós da LC imputamos mais este crime bárbaro ao gover­no burguês da Sra. K. e a sua mafiosa burocracia sindical, solidarizando-nos com os militantes do Polo Obrero e com os familiares do companheiro morto. Mariano estará sem­pre presente como parte da nossa memória na luta contra a precarização trabalhista, a terceirização, as demissões, pela retomada dos sindicatos burocratizados para a base e, funda­mentalmente, pela conquista revolucionária de um governo da classe trabalhadora.