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sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

RESPOSTA DO CLQI AO RCIT

Pela regeneração política e
reconstrução da Quarta Internacional
Resposta ao documento do RCIT
"Healy’s Pupils Fail to Break with their Master" Alunos de Healy não conseguem romper com seu Mestre ]

Socialist Fight / CLQI
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A Liga Comunista reproduz a resposta do Socialist Fight ( SF ) britânico ao RCIT. O SF é membro do Comitê de Ligação pela IV Internacional, do qual a LC é integrante. O RCIT é a internacional criada pelo RKOB austríaco. O RKOB é uma ruptura do Wokers Power britânico, defensor assim como sua matriz da 5a internacional, que apoiou a contrarevolução nos Estados operários e as chamadas "revoluções" na Líbia e na Síria. A polêmica trata dos principais fatos da luta de classes dos últimos 40 anos como a questão polonesa em 1980 - 1981, a restauração capitalista na URSS e Leste Europeu, anexação da Alemanha Oriental pelo imperialismo, o Agosto de 1991 na URSS, eleições na África do Sul em 1994, Guerra dos Balcãs, Quinta Internacional, Programa de Transição, o trotskismo nos Andes, "Primavera Árabe" e ofensiva imperialista contra Líbia e Síria, catastrofismo, a questão da crise de direção, etc.

INTRODUÇÃO

Os fundadores da 5a Internacional,
tanto Wokers Power/LFI quanto sua ruptura, o RKOB/RCIT,
debutam capitulando a restauração capitalista nos Estados operários
e a ofensiva imperialista contra as semi-colônias da Líbia e Síria.

Assim como a LFI acreditava poder pegar carona nos movimentos
anti-globalização, agora o RCIT aposta em poder tomar
um atalho através da "primavera árabe"
Somos gratos ao camarada Michael Pröbsting do RCIT por que ele escreveu um documento longo ( de quase 20.000 palavras ), consumindo um grande tempo e esforço para fazê-lo, com o qual nós de fato aprendemos muito. Apesar de termos acordos sobre a história da Quarta Internacional após a II Guerra Mundial, existem substanciais diferenças entre o SF/CLQI e o RCIT sobre a questão do método, uma vez que ele determina à continuidade do trotskismo o que intimamente se relaciona com a nossa orientação para a reconstrução Quarta Internacional, que se contrapõe ao chamado do RCIT para uma Quinta Internacional. A renúncia do conjunto dos partidos que se reivindicavam trotskistas a defesa do Programa de Transição em seu método e, em particular, do partido que havia sido a principal seção da IV Internacional quando de sua fundação, o SWP dos EUA, provoca a ruptura da Tendência Revolucionária do SWP no início de 1960. Esta ruptura foi liderada por Wolfforth, Madge e Robertson. Os agrupamentos que surgem a partir desta ruptura, vão desembocar em 1974 na divisão do WRP que veio a se tornar a Liga Socialista dos Trabalhadores ( WSL ) e em vários agrupamentos que internacionalmente surgiram a partir dessa luta, incluindo o Comitê Internacional trotskista ( ITC ) e sua seção britânica, a Revolucionário Internacionalista League ( RIL ), a Oposição Trotskista Internacional ( ITO ), que rompeu com a degeneração da ITC, a Liga Internacional dos Trabalhadores ( WIL, não confundir com a LIT morenista, a qual pertence o PSTU brasileiro, cuja sigla em inglês é IWL ) da Grã-Bretanha e seu agrupamento internacional; a Tendência Leninista Trotskista ( LTT ) na Grã-Bretanha, Bélgica, Alemanha e África do Sul e outros na França e na América Latina. A rejeição a defesa do legado de Trotsky por estas correntes também se reflete em muitas questões práticas da luta de classes hoje tanto nacional como internacionalmente, em particular sobre a forma de aplicar o Programa de Transição e o seu método para as condições de hoje e como se relacionar com as organizações de massa da classe trabalhadora, os sindicatos e partidos operários burgueses, como se relacionar com a pequenos movimentos de libertação nacionais burgueses e guerras imperialistas através das forças de resistência dos países semi-coloniais. 

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

ATO CONTRA O ATAQUE IMPERIALISTA NA SÍRIA

Nenhuma ilusão na diplomacia interburguesa ou na ONU,
nenhum refluxo na luta antiimperialista!

No domingo, dia 29 de setembro, foi realizado um ato na Praça Oswaldo Cruz, no início da Avenida Paulista, contra o ataque imperialista na Síria, com a participação de representantes das diversas entidades que formam o Comitê de Solidariedade à Síria, entidade composta por 45 organizações políticas, religiosas, sindicais e estudantis, uma Frente Única Antiimperialista composta inclusive por partidos que compõem o governo Sírio e o governo brasileiro.

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

SÍRIA DECLARAÇÃO DO CLQI

Pela vitória militar da Síria
contra qualquer ataque imperialista!
Declaração do Comitê de Ligação pela IV Internacional (CLQI) em defesa incondicional da Síria contra o imperialismo: Tirem as mãos da Síria!
O CLQI é composto pela Liga Comunista (Brasil), pelo Socialist Fight (Inglaterra) e pela Tendencia Militante Bolchevique (Argentina)
28 de agosto de 2013

Nos opomos incondicionalmente ao ataque imperialista contra a Síria e lutamos por sua derrota. A tarefa fundamental deste momento para todos os verdadeiros socialistas e anti-imperialistas é defender a soberania nacional da Síria contra este ataque imperialista. Ofensiva que é lançada com apoio de Israel e de outros aliados dos EUA na guerra contra Damasco, como o “Exército Livre Sírio” (FSA) e os vários grupos “rebeldes”, Al Qaeda, Frente Al-Nusra, etc. Não há socialistas revolucionários e anti-imperialistas combatendo Assad na Síria hoje. Falar disso é fantasiar sobre um suposto exército revolucionário fantasma diante da óbvia realidade do que está em jogo nessa guerra.

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

DECLARAÇÃO DO CLQI SOBRE A RECOLONIZAÇÃO DA LÍBIA


Quão estranho é o rosto da "libertação" na Líbia hoje!
Resposta a Michael Pröbsting e ao RCIT 


A Liga Comunista publica abaixo a declaração do Comitê de Ligação pela IV Internacional composto pelo Socialist Fight britânico, pela Tendencia Militante Bolchevique argentina e pela LC brasileira, em resposta a Tendência Revolucionária Comunista Internacional (RCIT) dirigido pelo RKOB austríaco. O RKOB é uma ruptura da Liga pela 5ª Internacional dirigida pelo Workers Power britânico.
 
A importância deste debate em meio a atual ofensiva da OTAN e de Israel sobre a Síria e a Palestina deriva do fato de que o RKOB compartilha das mesmas ilusões da maioria da chamada esquerda trotskista que acreditam que a Líbia e a Síria vivem “revoluções democráticas" (no Brasil, o PSTU, o PSOL e POR) ou simplesmente “revoluções” (PCO, LER e MR) e que de alguma forma uma luta conduzida por direções pró-imperialistas possa servir aos interesses dos trabalhadores por direitos democráticos e sindicais.

1. O artigo de 10.800 palavras de Michael Pröbsting “Lutas de libertação e interferência imperialista – O fracasso do sectárismo ‘anti-imperialista’ no Ocidente: Algumas considerações gerais do ponto de vista do marxista sob o exemplo da revolução democrática na Líbia em 2011” publicado no Boletim “Comunismo Revolucionário” da Tendência Revolucionária Comunista Internacional (RCIT), No.12, 2012/10/24 merece alguma consideração, pois procuram defender sua indefensável posição pró-imperialista sobre a Líbia e ataca aqueles que tomaram uma posição de princípio. [1]

2. No entanto, rejeitamos a identificação das posições do Comité de Ligação pela Quarta Internacional (LCLQI) com as da ICL/espartaquistas e do Grupo Internacionalista/LFI:

Os sectários ‘anti-imperialistas’ no entanto, colocam-se ao lado do reacionário regime de Gaddafi contra a revolução popular. Exemplos de grupos que assumiram tal posição reacionária são o Comité de Ligação da Liga Comunista (Brasil), do Grupo Revolucionário Marxista (África do Sul) e do Luta Socialista (Grã-Bretanha), a ICL/espartaquistas, o LFI/Grupo Internacionalista de Norden e o grupo stalinista "Partido Comunista da Grã-Bretanha (‘marxista-leninista’)”.

Existem grandes diferenças, esses dois grupos e a Tendência Bolchevique Internacional. O terceiro membro da "família Spartaquista", se recusou a defender a Líbia contra os rebeldes dirigidos pela CIA em Benghazi na guerra contra Gaddafi desde o início e nunca teve a orientação de princípios da Frente Unida Anti-Imperialista, adotando a linha mais light e incorreta de "bloco militar" contra as posições do Comintern sob Lênin e Trotsky e contra as posições que Trotsky defendeu até seu assassinato em 1940. [2]

domingo, 26 de agosto de 2012

LIBIA E SIRIA

Os que uivaram com os lobos*, CMI e LIT, sofrem na própria pele o preço da traição à luta antiimperialista

Menos de um ano depois da tomada de Trípoli pela OTAN e, quando uma intervenção similar na Síria converte-se em uma conflagração regional, os que apoiaram e apóiam às "revoluções árabes" na Líbia e Síria, na verdade, "contra-revoluções democratizantes" patrocinadas pelo imperialismo, sofrem baixas militantes em suas fileiras partidárias. A LIT (PSTU no Brasil, cuja sigla em inglês é IWL) e a CMI (Esquerda Marxista do PT, IMT em inglês), duas das maiores internacionais pseudo-trotskistas, começam a sofrer rupturas em suas seções no Canadá e Espanha, respectivamente, por sua capitulação à recolonização imperialista.

A INTERNACIONAL DE ALAN WOODS E
A LIT-QI PERDEM MEMBROS NO CANADÁ E NA ESPANHA

A CMI acaba de sofrer uma ruptura na seção canadense, a Fightback. No dia 08 de agosto de 2012, o camarada Alex C. publicou um documento de ruptura opondo o trotskismo à CMI na defesa das neocolônias atacadas pelo imperialismo em seu documento:

“The International Marxist Tendency Versus Trotsky On The Defence of Neocolonies From An Imperialist Attack”

Alex teve o apoio da regional de Toronto da Fightback para abrir a discussão dentro do grupo contra a linha oficial pró-imperialista da IMT.

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

FORA O IMPERIALISMO DO IRAQUE, AFEGANISTÃO, SÍRIA E IRÃ!

Pela vitória dos povos do Oriente Médio e Ásia Central e pela derrota do imperialismo!
DECLARAÇÃO DO COMITÊ DE LIGAÇÃO PELA IV INTERNACIONAL

1. A SAÍDA DA CRISE DE ACUMULAÇÃO ATRAVÉS DO INVESTIMENTO EM MEIOS DE DESTRUIÇÃO EM MASSA. Aperta-se o cerco das grandes potências imperialistas pela re-conquista da Síria e do Irã. A causa propulsora desta nova aventura militar é a necessidade da economia política imperialista de uma saída por meios destrutivos para a crise das dívidas públicas das metrópoles da União Européia e dos EUA. O objetivo é "alavancar" a economia mundial que se encontra em retração. Uma nova guerra, cuja amplitude é até o momento imprevisível, se anuncia no horizonte. O conflito nuclear iminente é a prova cabal do profundo parasitismo do sistema capitalista senil, que necessita cada vez mais de guerras como forma de sobrevivência.