luta em defesa do Estado proletário
Declaração assinada por: Liga
Comunista – Brasil; Tendência Militante Bolchevique – Argentina; Socialist
Fight – Grã Bretanha; Coletivo Lenin - Brasil; Resistência Popular Revolucionária - Brasil.
Após 18 meses de conversações secretas
entre EUA e Cuba, mediadas pelo Canadá e pelo papa Francisco, os dois países
realizaram os primeiros gestos de aproximação em meio século com a libertação
de prisioneiros que ambos os países mantinham do outro. Mas o fim do bloqueio econômico,
comercial e financeiro imposto pelos EUA a Cuba depende do Congresso dos EUA, que
precisa votar o fim das leis Torricelli e Helms-Burton. Todavia, os que
defendem o bloqueio são a maioria das duas casas do Congresso.
O Estado imperialista é integrado por distintas frações da burguesia
estadunidense. Por isso, apesar de sua pequeña importancia social, existem
minorias contrarevolucionarias, como o sionismo (não confundir mecanicamente
com o judaísmo) e os gusanos burgueses nos EUA que possuem representação
deformadamente maximizada na política imperialista. Por exemplo, os negros são
13% da população estadunidense, mas todo policial tem o direito de estrangular
e executar um negro pobre desarmado, segundo a justiça da mais rica cidade dos
EUA. Os sionistas e os gusanos são sócios dos 1% mais ricos, mas assim como o
sionistas, os gusanos podem impor sua orientação a Casa Branca em determinadas
questões decisivas a seus interesses, por serem a vanguarda e justificativa da
política contrarrevolucionária contra o Estado proletário nos EUA. Portanto, a
derrubada das leis do bloqueio por parte do legislativo imperialista não será
possível enquanto a burguesia gusana for funcional a direita republicana.
Todavia, não nos resta dúvida que foram as necessidades maiores do conjunto do
imperialismo por conter a influência da Rússia e da China sobre a América
Latina que se impuseram sobre o Executivo para que Obama conciliasse esse
acordo.






























