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sábado, 8 de abril de 2017

TIREM AS MÃOS DA SÍRIA!

Novos tambores de intervenção humanitária
Tirem as mãos da Síria!
KED - 08/04/2017

Este artigo foi publicado originalmente em grego em 6 de abril, algumas horas antes dos ataques dos EUA contra a Síria por P. Kar. no site do Ação Revolucionária Comunista , o KED, da Grécia.

Em 1990, algumas semanas antes de os EUA atacarem o Iraque.
A foto retrata Nayirah, que se apresentou como enfermeira em um hospital do Kuwait,
e continuou a testemunhar que o exército iraquiano expulsou bebês de suas incubadoras,
deixando-os morrer "no chão frio". Seria mais tarde revelado mais tarde que
Nayirah era na verdade a filha da embaixadora do Kuwait nos EUA.
A libertação de Aleppo das garras da oposição reacionária e as subsequentes vitórias do exército árabe sírio e dos seus aliados forçaram o governo dos EUA a colocar o rabo entre as pernas e a aceitar temporariamente a realidade no terreno: a derrota do seu poder militar e Exército e, juntamente com eles, a derrota de uma parte importante de sua estratégia sobre a Síria e o Oriente Médio. Há alguns dias, o Secretário de Estado dos Estados Unidos afirmou que o destino de Assad seria "decidido pelo povo sírio", o que era uma grande concessão ao objetivo norte-americano de mudança de regime em Damasco.

terça-feira, 14 de março de 2017

MANIFESTO DE ALERTA - 15/03/2017

Sem uma alternativa dos trabalhadores
para derrotar Temer, a direita vai impor a sua

O governo Temer já aprovou o congelamento dos gastos da saúde, educação, salários e contratação de funcionários até 2037. Agora pretende aprovar o que na prática representa a extinção do direito à aposentadoria. Na pauta, segue a terceirização das atividades fins e a primazia do negociado sobre o legislado. O que deixaria sem efeito a CLT. Também cogitam a extinção da justiça trabalhista. A energia elétrica subirá em abril.

Os golpistas acreditam que com a chantagem da crise e do desemprego podem impor todas suas aspirações escravocratas históricas sobre os explorados.


Mas o governo é fraco e cambaleia soterrado em denúncias de corrupção realizadas pelos próprios “aliados”, que planejam uma saída pela direita e salivam livrar-se de Temer( e seus amigos do PMDB ) assim que aprovarem as medidas de destruição e expropriação dos direitos do povo trabalhador. Em nome do combate à corrupção e à violência urbana, nossos inimigos planejam impor um governo forte pós-Temer que violentamente nos obrigue a aceitar o arrocho salarial, o fim da aposentadoria, da saúde e educação públicas e gratuitas em favor da ampliação do saque aos cofres do Estado através da dívida pública pelo capital financeiro.

domingo, 12 de março de 2017

LA LIBERAZIONE DI ALEPPO - DICHIARAZIONE CONGIUNTA

La liberazione di Aleppo e i compiti dei socialisti rivoluzionari antimperialisti

Os editores do Boletim de informações internacionalistas "Aurora", em particular por Alessandro Lattanzio, traduziram para o italiano e publicaram no dia 08/03/2017 a declaração internacional sobre a vitória antiimperialista de Aleppo assinada pela FCT e por mais 9 organizações de militantes internacionais, distribuídos em quatro continentes. Agradecemos a iniciativa e a reproduzimos abaixo:

Dichiarazione congiunta, 01/12/2017
Socialist Fight – Inghilterra
Workers Socialist League – USA
Tendência Militante Bolchevique – Argentina
Communist Revolutionary Action – Grecia
Frente Comunista dos Trabalhadores – Brasile
CEDS – Centro de Estudos e Debates Socialistas – Brasile
Ady Mutero, Revolutionary Internationalist League – Zimbabwe
Mohammad Basir Ul Haq Sinha, President, Inter Press Network, Dhaka – Bangladesh
Akhar Bandyopadhyay, Bhagat Singh’s Socialist – India
Frank Fitzmaurice, Liverpool – Inghilterra

1. La liberazione finale di Aleppo, a metà dicembre 2016, è una sconfitta delle milizie jihadiste sponsorizzate dagli Stati Uniti e dai suoi alleati Turchia, Arabia Saudita, Giordania, Qatar, Emirati Arabi Uniti e Libia, per citarne i più importanti. Una vittoria dell’imperialismo ad Aleppo avrebbe inflitto un enorme colpo alla classe operaia della Siria e del Medio Oriente.

terça-feira, 7 de março de 2017

ARGENTINA, PANFLETO PARA O 7 MARZO 2017

¡Por la huelga general contra el ajuste macrista!
Tendencia Militante Bolchevique
El macrismo impulsa el aumento de la desocupación para debilitar la acción de los trabajadores y realiza un ajuste extorsivo para bajar el salario real. La inflación, el aumento de tarifas públicas son medidas del gobierno y de la burguesía que empujan el salario a la baja.

La burocracia sindical saboteadora de las luchas de los trabajadores presionada por el descontento de las bases de las organizaciones sindicales intenta disfrazar su complicidad con el macrismo convocando a la marcha del 7 de marzo.

Sobre a base de la defensa de las organizaciones sindicales los trabajadores no deben poner ninguna confianza en la burocracia saboteadora.

Solo la lucha de los trabajadores será la única vía de hacer retroceder a la ofensiva del macrismo.

segunda-feira, 6 de março de 2017

ESPECIAL DIA DA MULHER

Especial Dia Internacional da Mulher
Reproduzido do blog do Coletivo Lenin, do dia internacional da mulher de 2012

Nada de fábrica queimada! ou Como surgiu o Dia Internacional da Mulher
O 8 de março ficou marcado por causa da revolução russa
A segunda onda do feminismo e os revolucionários
O fim da URSS e a crise do movimento dos trabalhadores
Resoluções sobre a questão da mulher do 3° Congresso da Internacional Comunista, escritas por Alexandra Kollontai e Clara Zetkin

domingo, 5 de março de 2017

EM DEFESA DA COREIA DO NORTE

Em defesa da Coréia do Norte, pela revolução social que derrube o governo pró-imperialista da Coréia do Sul!

Protesto de massas contra a presidenta sul coreana,
representada por uma cobra a qual estão presos os logotipos
das multinacionais chaebols Samsung, Hyundai
O governo da Coreia do Sul, os EUA e a mídia capitalista mundial impulsionam uma campanha sórdida e distracionista contra a Coreia do Norte (República Popular Democrática da Coreia, RPDC), a partir de uma denúncia do governo da Coréia do Sul, acusando o regime do Estado operário de ter envenenado o irmão pro-capitalista e amante da Disney do dirigente da Coreia do Norte. As explicações da Coreia do Norte deixam dúvidas sobre a propaganda anti-RPDC da burguesia mundial. Por outro lado, fica cada vez mais crível o envenenamento de Chavez pelos métodos que agora o imperialismo acusa a Coreia do Norte.

quinta-feira, 2 de março de 2017

KED - 10 POSIÇÕES ACERCA DA REVOLUÇÃO E DA IDENTIDADE COMUNISTA HOJE

Dez posições acerca da revolução
e da identidade comunista hoje
Ação Revolucionária Comunista - KED/Grécia
Na faixa: Vitória para o Exército Árabe Sírio!
Derrotar o Império! Não à discriminação contra
refugiados e imigrantes! Ação Revolucionária Comunista - KED
Publicamos abaixo um documento programático do KED grego com o qual possuímos muitos acordos, algumas diferenças políticas e um processo de discussão sintetizado na declaração internacional: "A libertação de Aleppo e as tarefas dos revolucionários anti-imperialistas e socialistas"

Reconhecemos que o documeno possui partes primorosas que só poderiam surgir da ruptura com certas ilusões que a experiência recente da luta de classes grega foi capaz de ensinar. Destacamos em particular o acordo sobre essa caracterização e suas conclusões seguintes:

"Durante os últimos três anos, a Grécia viu mais lutas do que viveu em qualquer outro período, pelo menos durante os últimos 40 anos, talvez até mesmo desde a II Guerra. Mais de 25 greves gerais, centenas de milhares de manifestantes nas ruas. No entanto, este movimento foi derrotado. Aqueles que percebem a seriedade não só da situação atual, mas também de um período histórico mais amplo, e particularmente a seriedade do que está por vir, devem organizar suas forças aqui e agora..."

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

AS LEIS DE EXPROPRIAÇÃO DO POVO E O CAPITAL DE MARX

As “Leis de expropriação do povo”, as perspectivas do Golpe de Estado no Brasil e O Capital de Marx
Humberto Rodrigues

Robert Kett liderando a revolta dos trabalhadores sem terra
ingleses expropriados por medidas que Marx chamou de
"Golpe de Estado Parlamentar"
Golpes de Estado existem desde o advento do Estado. Golpes de Estado parlamentares existem desde os primeiros parlamentos. Na Roma antiga, os primeiros golpes de Estado parlamentares que se tem registro são de 500 anos antes de Cristo.

No capitalismo, sobretudo na era do domínio dos monopólios e corporações imperialistas, sob a hegemonia dos EUA no pós-guerra, os Golpes de Estado se tornaram um artifício recorrente para a substituição de governos semicolonizados por títeres confiáveis.

O impeachment de agosto de 2016, o ato da derrubada de Dilma do poder, foi um Golpe de Estado Parlamentar. Tendo sido armada uma ampla frente golpista inclusive com a ala direita do governo de Dilma, PMDB, bancada evangélica,... e sem a resistência a altura por parte do PT nem do movimento de massas não houve necessidade de levar os tanques as ruas. Esse ato faz parte de um processo, cuja dinâmica precisa ser comparada com outros da história da luta de classes. Por trás da legalização do Golpe na Câmara e Senado brasileiros estiveram os EUA, as corporações e o capital financeiro imperialistas que orquestraram uma ampla Frente golpista com a Polícia Federal, as Força Armadas, o judiciário (STF, Operação Lava Jato), Ministério Público, a grande mídia (Globo, SBT, Bandeirantes, Record, Veja, IstoÉ, Estadão, Folha de São Paulo), grandes empresas, federações sindicais patronais (Febraban, Fiesp, CNA, CNT,...), quase todos os partidos do regime político e ONGs de direita patrocinadas por milionários dos EUA como os irmãos Koch.

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

'PEDALADAS', GOLPE, O CAPITAL

“Pedaladas Fiscais”, Golpe de Estado e O Capital de Marx
Humberto Rodrigues

O imperialismo sempre cria as desculpas que lhe convém para justificar os Golpes de Estado: “crimes contra a humanidade” (Milosevic/Iugoslávia; Kadafi/Líbia); “armas de destruição em massa” (Saddam Hussein/Iraque); “violação da constituição” (Zelaya/Honduras); “mau desempenho de suas funções” (Lugo/Paraguai).

A forma do golpe varia entre invasões militares externas, golpes militares, golpes parlamentares, mercenários treinados pela CIA apresentados como “rebeldes”. Os motivos são fabricados junto à opinião pública mundial pela grande mídia imperialista. Por exemplo, para invadir o Iraque e depor Saddam Hussein, os EUA montaram uma campanha mundial midiática, na esteira da “guerra ao terror” de Bush, acusando o regime a ser golpeado de possuir armas de destruição em massa. Anos depois, foi comprovado que tal argumento não passava de mentiras (Com justificativa falsa, Iraque era invadido há 10 anos). 

terça-feira, 24 de janeiro de 2017

PANFLETO DA DECLARAÇÃO SOBRE DERROTA DO IMPERIALISMO EM ALEPPO

Declaração dos 10 internacionalistas sobre a derrota do imperialismo em Aleppo/Síria é transformada em panfleto

A declaração "A libertação de Aleppo e as tarefas dos revolucionários anti-imperialistas e socialistas", assinada pelos dez grupos e militantes internacionalistas (Socialist Fight – Grã Bretanha, Workers Socialist League – USA, Tendência Militante Bolchevique – Argentina, Revolutionary Communist Action – Grécia, Frente Comunista dos Trabalhadores – Brasil, CEDS – Centro de Estudos e Debates Socialistas – Brasil, Ady Mutero, Revolutionary Internationalist League – Zimbábue, Mohammad Basir Ul Haq Sinha, President, Inter Press Network, Dhaka – Bangladesh, Akhar Bandyopadhyay, Bhagat Singh’s Socialist – Índia, Frank Fitzmaurice, Liverpool – Grã Bretanha) foi impressa para panfletagem nos oito países onde atuam os assinantes da mesma.

Trata-se de um precioso e raro instrumento de aglutinação da esquerda revolucionária em torno de um conflito cadente, que pôs a prova a independência política do conjunto da esquerda mundial em relação ao imperialismo e as direções nacionalistas burguesas. Prova em que vergonhosamente não passaram a maioria das organizações que se dizem socialistas, comunistas e marxistas, como demonstra o relatório: "A esquerda e a Guerra Civil Síria" (Leftist Groups on the Syrian Civil War). Os bravos assinantes da declaração deram um pequeno mas importante passo adiante na reorganização da esquerda revolucionária em quatro continentes do planeta.

MIA PUBLICA LENIN TRADUZIDO POR FdT

Marxist Internet Archiv publica "Sobre a Questão da Dialética" de Lenin traduzido por Folha do Trabalhador
O Jornal Folha do Trabalhador, contribui para a divulgação do leninismo em língua portuguesa e tem tradução publicada no Arquivo Marxista na Internet, MIA.
Click na imagem: https://www.marxists.org/portugues/lenin/1915/mes/dialetica.htm
Introdução

O fragmento “Sobre a questão da Dialética” foi escrito por Lenin em Berna, Suíça, em 1915, encontra-se nos “Cadernos Filosóficos”, entre o resumo do livro de Lassalle acerca da filosofia de Heráclito e o resumo da Metafísica de Aristóteles. No entanto, as referências a “Metafísica” que figuram neste fragmento permitem presumir que foi redigido após Lenin ter lido a obra de Aristóteles. O fragmento é, portanto, uma espécie de balanço do trabalho de Lenin sobre os problemas filosóficos em 1914-1915.

sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

POSSE DE TRUMP - PANFLETO DA SWL (EUA)

Eleição de Trump: Uma ameaça crucial para a classe trabalhadora organizada nos EUA e no mundo
Panfleto da Liga dos Trabalhadores Socialistas (Socialist Workers League) dos EUA, seção do Comitê de Ligação pela IV Internacional, distribuído em Washington, nas jornadas de lutas dos dias 20 e 21 de janeiro, por ocasião da posse de D. Trump

Nós, a classe operária, devemos unir todos os oprimidos para se opor à classe dominante imperialista nos EUA e às suas golpes imperialistas em todo o mundo!

Mais do que nunca é necessário unificar nossa classe, mulheres, brancos, negros, muçulmanos, índios, asiáticos, latinos, LGBTQ e imigrantes contra o crescente estado policial. Donald Trump é um racista de extrema-direita, islamofóbico, sexista, misógino homofóbico, o maior fanático que subiu ao poder sob o apoio de um grupo de extrema-direita que inclui supremacistas brancos e grupos fascistas como Ku Klux Klan. Sua vitória reforçou muito a ideologia desses grupos, como também aconteceu na Grã-Bretanha após o Brexit, na Europa e internacionalmente. Os ataques racistas contra os imigrantes estão proliferando e devem avançar fortemente nos próximos anos. Nós defendemos a autodefesa negra, como os Panteras Negras defenderam-se em sua luta contra o Estado policial que vai receber um grande impulso sob Trump. Devemos lutar desta forma como parte da luta para construir um partido revolucionário com base no proletariado multirracial em toda a América do Norte.

sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

ALEPPO - DECLARAÇÃO INTERNACIONAL

A libertação de Aleppo e as tarefas dos revolucionários anti-imperialistas e socialistas
Assinam as seguintes organizações e ativistas internacionais:

Socialist Fight – Grã Bretanha
Workers Socialist League – USA
Tendência Militante Bolchevique – Argentina
Revolutionary Communist Action – Grécia
Frente Comunista dos Trabalhadores – Brasil
CEDS – Centro de Estudos e Debates Socialistas – Brasil
Ady Mutero, Revolutionary Internationalist League – Zimbábue
Mohammad Basir Ul Haq Sinha, President, Inter Press Network, Dhaka – Bangladesh
Akhar Bandyopadhyay, Bhagat Singh’s Socialist – Índia
Frank Fitzmaurice, Liverpool – Grã Bretanha

1. A libertação final de Aleppo em meados de dezembro de 2016 foi uma derrota das milícias jihadistas patrocinadas pelos EUA e seus aliados na Turquia, Arábia Saudita, Jordânia, Catar, Emirados Árabes Unidos e a Líbia, para citar os mais proeminentes. Uma vitória do imperialismo em Aleppo teria causado um enorme golpe à classe operária Síria e do Oriente Médio.

2. A derrota do imperialismo dos EUA, baseado nas grande bolsa de Wall Street e dos seus aliados, das corporações transnacionais subordinadas na Europa e Japão, Austrália, Nova Zelândia, Canadá, etc, foi uma vitória para a classe trabalhadora e todos os povos oprimidos do planeta. Evidentemente, não é uma vitória socialista revolucionária, mas fortalece a luta da classe operária da Síria contra o imperialismo e, por conseguinte, põe em cheque a sua própria classe dominante.

segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

CEDS: EUROPA, OTAN, RÚSSIA, EUA E BRASIL

Europa, OTAN, Rússia, Trump e Golpe no Brasil, segundo o Centro de Estudos e Debates Socialistas - CEDS

Publicamos abaixo trechos dos documentos: Debate Socialista Nº 28 e 34 - de dezembro de 2015 e dezembro de 2016. Essa é uma publicação do CEDS - Centro de Estudos e Debates Socialistas. Apesar de algumas diferenças, compartimos de muitas posições dos camaradas que como a Folha do Trabalhador estiveram entre os primeiros agrupamentos militantes do Brasil a denunciar o Golpe de Estado em curso e que dentro da direção da CSP-Conlutas, deram um combate principista ao reacionário "Fora Todos!"

CONJUNTURA INTERNACIONAL

A luta de classes na Europa

                As novas organizações de esquerda surgidas na Europa, como o Syrisa na Grécia e o Podemos na Espanha, refletem a disposição de luta das massas e ganharam com isso apoio popular em eleições. O partido Syrisa, vitorioso nas eleições de janeiro de 2015, elegeu Alexis Tsipras como 1º Ministro. O referendo popular por ele chamado reiterou a rejeição popular às medidas que impõem um maior sofrimento ao povo grego. Mas, Tsipras voltou as costas para os votos recebidos e dobrou-se às exigências imperialistas do FMI e da União Européia.

sábado, 31 de dezembro de 2016

COMO OS BOLCHEVIQUES ORGANIZARAM OS DESEMPREGADOS

Como os bolcheviques organizaram os desempregados
Publicado pelo Socialist Fight britânico, seção do Comitê de Ligação pela IV Internacional, CLQI, do qual o jornal Folha do Trabalhador faz parte.
Por Sergei Malyshev – 1931
Sergei Malyshev discursando em 1926
INTRODUÇÃO
Tendência Leninista Trotskista - 05/1992

Esta nova edição do panfleto de Sergei Malyshev deve despertar mais do que interesse histórico. Publicado pela primeira vez em 1931 sob o título “Conselhos de Desempregados em São Petersburgo em 1906”, trata de um importante episódio da história bolchevique que poucos outros trabalhos abordam. Embora seu autor não fosse teórico, o interesse do panfleto reside em sua vívida descrição das experiências práticas feitas pelos organizadores bolcheviques entre os desempregados na sequência da revolução de 1905. Sua relevância hoje, em meio a uma profunda recessão internacional com vastos bolsões de desemprego "conjunturais" e "estrutural", não deve ser desprezada por nenhum socialista autêntico.

sábado, 24 de dezembro de 2016

SÍRIA - KED

The liberation of Aleppo is a defeat for the international conter-revolution
Reproduzimos abaixo artigo dos camaradas do grupo trotskista Acção Revolucionária Comunista (KED) da Grécia:
"A libertação de Aleppo é uma derrota para a contra-revolução internacional"


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Este é simplesmente um 
maravilhoso 
artigo trotskista ortodoxo. A seguinte passagem se assemelha muito o que nós do Comitê de Ligação pela IV Internacional escrevemos desde 2011 sobre a Líbia e a Síria várias vezes:

"Vocês são partidários do ditador"
"O fato de que tais frases sejam usadas por pessoas que se dizem trotskistas é lamentável, mas é indicativo da degradação de certos partidos que costumavam se dizer trotskistas. Sim, senhores, isso é certo: nós 'apoiamos' Assad - exatamente da mesma maneira que Trotsky "apoiou" Chiang Kai-shek contra o imperialismo japonês. Nós "apoiamos" Assad da mesma maneira que Trotsky tinha "apoiado" Vargas no Brasil e Haile Selassie na Etiópia contra o imperialismo britânico e italiano, respectivamente [13, 14].
Sem deixar de lado as questões que temos de resolver com o regime sírio - como fazemos com todos os regimes burgueses do planeta - e sem dar qualquer apoio político, defendemos incondicionalmente a autodeterminação da Síria contra o imperialismo e seu empenho em dividir e subjugar O país, impondo duplas e tríplices correntes sobre o que resta do povo sírio. O apoio incondicional ao direito à autodeterminação das nações oprimidas é um princípio básico não negociável para os comunistas e é independente dos valores e do conteúdo de classe dos governos desses países ".

22/12/2016 · by kseeath · in english,Αριστερά,Διεθνή,Μεταφρασμένο
This article was originally published in Greek on December 20 2016. By P. Pap. for avantgarde

sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

A DIALÉTICA DE LENIN

Sobre a questão da Dialética

V.I.Lenin

Introdução

O fragmento “Sobre a questão da Dialética” foi escrito por Lenin em Berna, Suíça, em 1915, encontra-se nos “Cadernos Filosóficos”, entre o resumo do livro de Lassalle acerca da filosofia de Heráclito e o resumo da Metafísica de Aristóteles. No entanto, as referências a “Metafísica” que figuram neste fragmento permitem presumir que foi redigido após Lenin ter lido a obra de Aristóteles. O fragmento é, portanto, uma espécie de balanço do trabalho de Lenin sobre os problemas filosóficos em 1914-1915.

Quando foi publicado pela primeira vez, em 1925, na revista Bolchevik, o Instituto Marxismo Leninismo, anexo ao CC do PCUS fez a seguinte nota:

"Neste texto, Lenin analisa a dialética da unidade e da luta dos contrários, a concepção metafísica e a concepção dialética do desenvolvimento, as categorias de absoluto e relativo, do abstrato e do concreto, do geral, do particular e do singular, do lógico e do histórico, etc. Ele põe em evidencia o caráter dialético do processo de conhecimento e mostra as raízes gnosiológicas e as raízes de classe do idealismo."

quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

SÍRIA - DERROTA IMPERIALISTA EM ALEPPO

Liberada Aleppo, derrotar o imperialismo
em Raqqa, Mosul, Iêmen e Ucrânia!

Declaração do Comitê de Ligação pela IV Internacional, CLQI

Libertação de Aleppo pelas tropas Síras,
apoiadas pelo Irã, Rússia e Hezbollah
Em todo o Oriente Médio acontece agora uma complexa série de lutas centradas em Aleppo e Raqqa (Síria), Mosul (Iraque) e no Iêmen, nas quais o imperialismo norte-americano está procurando desesperadamente manobrar apoiando-se em vários governos tíeres e forças jihadistas para alcançar seus objetivos estratégicos.

Outras áreas de conflito, como a Ucrânia, refletem esses objetivos também. Estes objetivos são a mudança de regime e a dissolução do Estado na Síria e no Irã e a derrota das forças rebeldes no Donbass, tendo atingido estes objetivos Afeganistão, Líbia e Iraque, a fim de passar para a mudança de regime e a divisão da Rússia e da China.

domingo, 27 de novembro de 2016

FALECIMENTO DE CASTRO E O FUTURO DE CUBA

O Falecimento de Fidel Castro e as perspectivas da revolução cubana hoje

Declaração do Comitê de Ligação pela Quarta Internacional

Fidel Castro foi o último dos grandes dirigentes revolucionário do século XX a falecer. Morreu aos 90 anos de morte natural. É bem verdade que Raul participou igualmente do comando da revolução de 1959 e do Estado dela nascido, mas o irmão mais novo só ganhou algum destaque político mundial após a renúncia de Fidel em 2006, devido ao seu afastamento do poder por causa de uma doença no intestino. Todavia, foi Fidel o principal estrategista e organizador do movimento que tomou o poder do ditador Fulgêncio Batista em 1959 e conduziu Cuba pelas décadas seguintes.

sábado, 19 de novembro de 2016

EUA

Venceu Trump:
A ascensão global da extrema-direita e do fascismo


Declaração do Comitê de Ligação pela IV Internacional

A Reação imediata à eleição e ao governo Trump

A eleição de Donald Trump, em 8 de novembro, após a votação britânica do Brexit, em 23 de julho, reflete uma longa e tardia reação política sob a forma de populismo de direita.

O período pós-eleitoral nos EUA está politicamente dominado por duas coisas: O grande número de manifestações em todo o país (e também internacionalmente) e as nomeações do governo Trump, que incluem muitos fanáticos religiosos, racistas e políticos da extrema direita.


Estas manifestações ocorrem sob slogans como "não é o nosso Presidente" e incluem a queima da bandeira americana. A queima da bandeira era uma ação ilegal até 1969. A convicção de que Trump será um presidente ilegítimo baseia-se no fato de que Hillary obteve mais de um milhão de votos a mais do que ele e no caráter muito divisionista, racista, misógino, homofóbico e mais chauvinista de sua campanha para a presidência. O último presidente que enfrentou tal rejeição de sua vitória eleitoral foi Abraham Lincoln, em 8 de novembro 1860, o que resultou rapidamente à secessão de sete estados e na guerra civil.