Unificar a luta dos professores municipais e
estaduais por salários, trabalho digno e pela
melhoria da educação para os filhos da classe
trabalhadora contra Haddad e Alckmin!
Panfleto unificado para as assembléias do Simpeem e da Apeoesp, do dia 03 de maio, assinado pela Liga Comunista, Blog El Mundo Socialista e Núcleo de Estudo e Ação dos Trabalhadores em Educação
A aprovação da greve por tempo indeterminado dos
trabalhadores do ensino paulistano a partir de 03 de maio em uma assembleia com
mais de 5 mil demonstra que a categoria já não aguenta mais esta política de
arrocho e enrolação que Haddad (PT) mantém de Kassab (PSD).
A prefeitura e Cláudio Fonseca, presidente do Simpeem, ainda
não chegaram aos acordos. O primeiro em como vai manter o arrocho salarial, o
mesmo arrocho que é imposto pelo governo Alckmin (PSDB) aos nossos companheiros
trabalhadores da educação estadual; e o segundo em como ficar bem e confiável
com o governo, ao mesmo tempo em que quer continuar a controlar o Sinpeem.
Haddad evita reajustar nossos salários para garantir aos empresários o
parasitismo sobre os cofres estatais. O burocrata do Simpeem ainda se lembra da
indignada reação da categoria na última assembleia em que ele falsificou o
resultado para acabar com a greve no ano passado, e sabe que a tolerância da
categoria com suas manobras já passou dos limites.
Com apenas cinco
meses na prefeitura, Haddad (PT) demonstra que ampliará privatizações e
terceirizações nos atendimentos das creches e merenda escolar, na implantação
do projeto federal “Mais Educação”, que na prática coloca os oficineiros (não
formados) para a concretização da Escola Integral, que mantém mais de 35 alunos
por sala de aula, que não valoriza o quadro de apoio, ATEs,etc..











