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sábado, 15 de setembro de 2012

PROTESTOS ANTI-EUA NA ÁFRICA, ORIENTE MÉDIO E ÁSIA

Agora sim, começou a verdadeira primavera, a antiimperialista, no mundo árabe e muçulmano!

Em mais de 15 países, por três continentes, manifestações de massas tomam embaixadas e multinacionais, invadem e destroem representações diplomáticas, atacam tropas de ocupação e queimam bandeiras dos EUA, Alemanha, Inglaterra e de Israel.

Na Tunísia, o chamado berço da tão reverenciada “primavera árabe”, centenas de manifestantes atacaram com bombas e ocuparam o complexo da Embaixada dos EUA em Tunis e uma escola dos EUA foi saqueada (neste caso, os expropriadores são expropriados) pela multidão.

terça-feira, 4 de outubro de 2011

LÍBIA

A queda de Trípoli revela o novo equilíbrio mundial de forças entre as classes
Declaração do Comitê de Ligação pela Quarta Internacional - CLQI
do O Bolchevique # 6
A OTAN toma Trípoli sob a máscara dos ‘rebeldes’ monarquistas do CNT
Na noite de 21-22 de agosto de 2011, Trípoli caiu para os “rebeldes” do CNT, agentes do imperialismo mundial, com o auxílio de bombas da OTAN, das Forças Especiais de vários países imperialistas e das tropas envidadas pelo Qatar e pelos Emirados Árabes Unidos.
Apesar do fato de que segue existindo uma potencial resistência, é claro que a OTAN e os seus lacaios, os rebeldes do CNT, desferiram um duro golpe contra a independência da Líbia. Nós não sentimos nenhuma satisfação em ter as nossas piores previsões confirmadas.
Na DECLARAÇÃO AOS TRABALHADORES DO MUNDO E À SUA VANGUARDA INTERNACIONALISTA, da Liga Comunista do Brasil, Grupo Revolucionário Marxista da África do Sul e Luta Socialista da Grã-Bretanha, 21 de abril de 2011, nós dissemos:

segunda-feira, 16 de maio de 2011

A CIA NA LIBIA

O caráter contrarrevolucionário dos ‘rebeldes’ de Bengasi
dO Bolchevique #4
'Rebelde' com facão ameaça trabalhadores negros africanos presos.
Seus porta-vozes na mídia imperialista e também na esquerda
revisionista justificam xenófoba carnificina racista dizendo que a
culpa é de Gadafi que contrata mercenários estrangeiros para lutar a
seu lado. Na verdade, em nome da caçada aos "mercenários de
Gadafi", os agentes da CIA de Bengasi perseguem os negros para
de fato desvalorizar ainda mais a força de trabalho no país,
preparando-a para a superexploração
da nova era de extrema rapina imperialista
A guerra civil na Líbia tem provocado um debate mundial na esquerda. Em outro artigo sob o nome de "SU, CMI, L5I, LIT, PO, FT, FLTI: finalmente as ‘internacionais’ revisionistas se reunificam em Bengasi" estabelecemos uma polêmica com várias correntes internacionais e nacionais sobre a questão. A maioria das correntes faz uma dupla contabilidade de simultaneamente rechaçar a intervenção imperialista e reivindicar politicamente as manifestações anti-Gadafi, cuja "defesa" é a justificativa do imperialismo para invadir o país.
Nas linhas seguintes, trataremos de demonstrar o caráter da tal oposição, comprovando que este fenômeno "popular" pró-imperialista não é novo na história contemporânea. Na forma elaborada como ele se apresenta, está presente pelo menos desde o segundo pós-guerra, no início da Guerra Fria. Demonstraremos que, como é uma criatura do imperialismo, a insurgência libia não só é reacionária desde sua gênese, como reacionária de todos os pontos de vista.