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quinta-feira, 4 de agosto de 2016

NEOATEISMO E ISLAMOFOBIA

Islamofobia no Brasil e ateísmo pró-imperialista

O governo golpista de Temer-Meireles-Serra-Moraes aproveita agora das olimpíadas para aumentar os mecanismos da repressão e coação contra o conjunto da população trabalhadora. De acordo com os interesses golpistas, essa manobra é fundamental para estabelecer no Brasil um regime contrarrevolucionário que possibilite a ampliação do terror de Estado policial e militar suficiente para executar o programa golpista: privatização da Petrobrás, liquidação do SUS e da educação públicas, aposentadoria aos 70 anos, jornada de trabalho de 80h semanais, etc. Para isso, estão usando o megaevento centrado no Rio de Janeiro, onde os bairros proletários já estão sob ocupação militar através das UPPs, como tubo de ensaio. Um dos ingredientes desta ofensiva está na justificativa para criar artificialmente uma onda islamofóbica no Brasil. Para isso, providenciaram a prisão arbitrária e espetaculosa de vários proletários identificados como “possíveis terroristas” e assim, surfando retardatariamente da “guerra ao terror” imperialista, criam uma histeria com o apoio do bombardeio da mídia venal (Globo, Veja e assemelhados). A islamofobia tem provocado o aumento da xenofobia, do racismo e das agressões contra a comunidade islâmica no Brasil e aos imigrantes e refugiados em geral. Tudo isso, com a ajuda inestimável prestada pelo covarde governo golpeado do PT que aprovou a legislação antiterror contra toda resistência popular a ofensiva patronal e imperialista.

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

DECLARAÇÃO DO CLQI SOBRE O CASO 'CHARLIE HEBDO'

A Islamofobia é o racismo 'de jour'*

O Comitê de Ligação pela IV Internacional (CLQI) afirma que a raiz da causa dos assassinatos no escritório do Charlie Hebdo em Paris, no dia 7 de janeiro, está nas guerras imperialistas em terras muçulmanas – Afeganistão, Iraque, Líbia, Mali, Síria, etc. Os marxistas nunca devem igualar a violência do opressor com a dos oprimidos, não fazemos julgamentos morais sobre as pessoas que realizaram esses ataques e reconhecemos as mortes causadas pelo imperialismo nessas terras executando milhares de vítimas, senão milhões.

Em 12 de maio de 1996, em resposta à pergunta de Lesley Stahl, "Sabemos que meio milhão de crianças morreram no Iraque, ou seja, isso supera o número de crianças que morreram em Hiroshima; você acha que valeu a pena?". Madeleine Albright, então embaixadora dos Estados Unidos nas Nações Unidas, respondeu: "Sim, nós achamos que valeu a pena".

Nós não temos o direito de impor aos militantes que representam os oprimidos como eles devem conduzir suas lutas; nem ao IRA nem aos palestinos, nem àqueles que lutam hoje contra o imperialismo no Oriente Médio. Mas, como marxistas, nos opomos a métodos de terror individual por motivos políticos, posto que jamais conseguirão atingir seus objetivos em derrotar o imperialismo por tais métodos; na verdade, acabam fazendo o oposto: reforçam as garras do Estado contra si mesmos e alienam seus únicos e verdadeiros aliados potenciais, a classe operária francesa e internacional, como discutiremos a seguir. 

terça-feira, 24 de setembro de 2013

LIBERTAÇÃO DA MULHER, IMPERIALISMO E ISLAMOFOBIA

O Véu, os tribunais, o imperialismo e
o aumento da islamofobia: uma análise marxista
Gerry Downing, Socialist Fight
21 de setembro

Um juiz britânico, Peter Murphy, decidiu em 16 de Setembro que as mulheres muçulmanas devem remover seu véu quando forem testemunhar perante os juízes, jurados e advogados que poderão ver o rosto dela para avaliar o seu testemunho. O julgamento reacendeu furiosamente a polêmica islamofóbica sobre o nicabe a ponto de tanto o vice-primeiro-ministro Nick Clegg quanto a Ministra do Interior Theresa May foram obrigados a intervir para dizer que o governo não deve dizer às mulheres o que eles deveriam estar usando.

Na França, o uso do véu em público é legalmente proibido, assim como na Bélgica. Wikipedia informa que:

A proibição francesa do rosto coberta (em francês: Loi interdisant la dissimulação du visage dans l'espace público", é a lei que proíbe a ocultação do rosto em espaço público") é uma lei foi votada pelo Senado da França em 14 de September de 2010, resultando na proibição do uso de qualquer coisa que cubra o rosto, chapéus, máscaras, capacetes, balaclava, nicabs e outros véus que cobrem o rosto em lugares públicos, exceto em circunstâncias específicas. A proibição também se aplica à burqa, uma bata de corpo inteiro, se ela cobre também o rosto. O projeto de lei já havia sido aprovada pela Assembléia Nacional da França em 13 de julho de 2010. [1]