Golpismo made in CIA
contra o Brasil em 1964 e 2015
contra o Brasil em 1964 e 2015
Um importante
documentário comprovando que os EUA foram os principais articuladores do Golpe
militar de 1964. Assim como estão por trás da escalada golpista hoje.
O documentário “O dia que durou 21 anos”, escrito pelo
jornalista Flávio Tavares, mostra, como nenhum outro até então realizado sobre o
Golpe Militar de 1964, como e porque esta tragédia da história brasileira foi
produto direto da intervenção dos EUA na política nacional.
Fica claro não apenas um “envolvimento” direto do imperialismo mas sobretudo o financiamento, a instrução da oposição interna, a ação de milhares de agentes clandestinos da CIA no controle da escalada golpista e que foi a CIA quem criou as “condições para o golpe”. A partir de uma rica coleção de documentos confidenciais dos EUA, como a troca de correspondência e conversações telefônicas entre o Embaixador dos EUA no Brasil, Lincoln Gordon, e o então presidente dos EUA, John Kennedy, é importante realizar uma comparação entre aquela conjuntura e a atual.
Fica claro não apenas um “envolvimento” direto do imperialismo mas sobretudo o financiamento, a instrução da oposição interna, a ação de milhares de agentes clandestinos da CIA no controle da escalada golpista e que foi a CIA quem criou as “condições para o golpe”. A partir de uma rica coleção de documentos confidenciais dos EUA, como a troca de correspondência e conversações telefônicas entre o Embaixador dos EUA no Brasil, Lincoln Gordon, e o então presidente dos EUA, John Kennedy, é importante realizar uma comparação entre aquela conjuntura e a atual.
Se os EUA orientaram aquele Golpe temendo que o Brasil
mudasse de lado naquela guerra fria, não menos preocupados estão os EUA hoje
quando claramente o governo petista brasileiro conduziu o país a ser o
principal organizador da ampliação da influência do "inimigo número 1 dos EUA" hoje, o bloco Eurásico. O atual adversário da Casa Branca na nova Guerra Fria, atemoriza não mais por
um risco de expropriação de suas multinacionais como fez Cuba e em pequena
escala Leonel Brizola no governo do Rio Grande do Sul com a ITT
(telecomunicações) e a Amforp (eletricidade), mas em outro nível, em outra
época, atemorizando o imperialismo com a desdolarização das relações
comerciais.
