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domingo, 12 de julho de 2015

INTERVENÇÃO DE LEVI NO “A CRISE DO IMPERIALISMO,..."

"O principal inimigo da classe trabalhadora
é o imperialismo americano, que domina o capital financeiro mundial"



No dia 05 de julho de 2015 foi realizado um representativo debate político internacional em São Paulo.


















Estiveram presentes 3 agrupamentos internacionais (CLQI, RCIT, LCC) e 7 organizações políticas. Pela Frente Comunista dos Trabalhadores estiverem a Liga Comunista e a Tendencia Revolucionaria (Brasil), um representante da Tendência Militante Bolchevique (Argentina), a Corrente Comunista Revolucionaria (Brasil), um membro da Revolutionary Communist International Tendency (Áustria), a Liga Comunista de los Trabajadores (Argentina) e uma representante do Comité de Ligação dos Comunistas (Brasil).

domingo, 26 de abril de 2015

NOVA GUERRA FRIA

Império contra ataca, aproxima-se de Cuba
cria mega Acordo Transpacífico
Leon Carlos – Tendencia Militante Bolchevique,
seção argentina do Comitê de Ligação pela IV Internacional

Confirmadas nossas teses, publicadas no Folha do Trabalhador 22, de que a “aproximação” dos EUA com Cuba, tem como fim a reconstrução de um pretenso “panamercanismo” por parte do imperialismo, como uma tentativa par isolar o bloco composto por China, Rússia e Irã no continente americano.

De acordo com a Forbes, a principal revista de negócios e economia dos EUA: “Obama está usando Cuba para combate a crescente influência da Rússia, Irã, e da China na América Latina” (16/04/2015).

terça-feira, 10 de março de 2015

UNIR TODOS OS TRABALHADORES NO DIA 13

Direita se unifica em torno do golpista 15M e direção do MTST segue PSOL, PSTU e PCB na política criminosa de dispersão de forças, mesmo diante da imperativa necessidade de construir a resistência unificada no dia 13 de março
Comitê Paritário

No encontro da "Frente pelas reformas populares", convocado pelo MTST, no dia 7 de Março, ficou clara a aposta da direção do MTST, e do MES-Juntos, corrente do PSOL, entre outros agrupamentos, na equivocada tática de criar um ato da “terceira via” no dia 11, em alternativa ao ato dia 13, convocado pela CUT contra à direita, e ao ato do dia 15, convocados pela direita.

Para nós do Comitê Paritário, o que justifica a existência desta frente é unir forças de esquerda para combater a direita e sua escalada golpista. A principal medida desta escalada será a organização de um dia nacional de protesto da coxinhada. Por isso essa proposta da direção do MTST, entidade que convocou a frente desde dezembro, em canalizar forças para um ato no dia 11, é um erro gravíssimo para a classe trabalhadora na atual conjuntura em que a direita levanta a cabeça para convocar um ato nacional golpista contra Dilma no dia 15 de Março.

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

GRÉCIA - DECLARAÇÃO CLQI SOBRE O GOVERNO SYRIZA

Syriza: O populismo pequeno burguês gerindo o Estado capitalista, em meio a nova guerra fria
Declaração do Comitê de Ligação pela IV Internacional
19/02/2015
A vitória do Syriza (Coalizão da Esquerda Radical) na eleição geral grega de 25 de Janeiro revela um grande giro à esquerda na consciência política da classe trabalhadora grega e dos agricultores pobres (cerca de 35% dos gregos são camponeses). Resultado semelhante também refletiu de forma contraditória a votação do Partido Nacional Escocês e os altos índices de votação do “Podemos”, na Espanha, e do Sinn Fein, na Irlanda. O entusiasmo por essa vitória reflete as esperanças e confiança das massas de que pelo menos alguns passos para a libertação dos trabalhadores foram dados depois das terríveis privações impostas pela Troika (Comissão Europeia, Banco Central Europeu e Fundo Monetário Internacional).

terça-feira, 27 de maio de 2014

NÚCLEO RUSO-CHINO, IMPERIALISMO Y PROLETARIADO

Contradicciones que pueden ser ventajosas
para la causa del proletariado internacional
Tendencia Militante Bolchevique - Argentina

A Liga Comunista reproduz apontamento de sua irmã argentina, a Tendencia Militante Bolchevique, também membro do Comitê de Ligação pela IV Internacional, após o último mega-acordo Russo-Chinês de cooperação estratégica para a consolidação do bloco eurásico.

El pivote chino por si solo no puede desafiar a la hegemonía de EUA, forzosamente tiene que integrarse con Rusia en un núcleo ruso-chino. Este núcleo ruso-chino, constituye una suerte de división de tareas, en donde China sin dejar de ampliar su fuerza militar, compite ante todo con EUA en términos económicos y Rusia por otro lado, si dejar de expandirse economicamente – a partir del lote de base material sobreviviente heredado de la URSS – compite ante todo con EUA desde el desarrollo de su fuerza militar.

Hasta ahora no hay ninguna potencia emergente capaz de competir con EUA en las 2 vertientes: económica y militar. Por otro lado, hay que señalar que EUA ya da síntomas de que esta en una fase de desajuste entre la expansión de su fuerza militar y la solidez de su base económica capaz de garantizar la "sustentabilidad" en el tiempo de esa misma fuerza militar.