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segunda-feira, 12 de outubro de 2015

SOBRE A QUESTÃO DO REGIME DE PARTIDO 1

Centralismo democrático,
greves e militância trotskista

Documento do Congresso da FCT proposto por Humberto Rodrigues, elaborado a partir do documento “A consciência de classe e o partido revolucionário”, de Gerry Downing, do Socialist Fight britânico, publicado na Revista “En Defesa del Trotskismo” #3, inverno de 2011-2012.

O Centralismo Democrático deve ser mais democrático e menos centralizado quanto mais democrático for o regime político do país onde ele se desenvolve. O regime partidário está condicionado então ao grau de liberdades públicas existentes, e da relação de forças entre os trabalhadores, a burguesia e seu Estado. Centralismo e Democracia não são elementos contraditórios ou inflexíveis. São variáveis que se combinam a partir da discussão livre e da ação centralizada da militância, estabelecendo um regime partidário onde a disciplina seja justa às necessidades do partido de combate em cada momento da luta de classes. A função do regime centralista democrático é propiciar as condições para a elaboração e execução do programa partidário que deve expor aos oprimidos a verdade para abrir-lhes o caminho para a revolução.

sábado, 10 de maio de 2014

LC TV - PRIMEIRO DE MAIO – II

Degravação e vídeo da intervenção de Levi,
operário da construção civil, orador da Liga Comunista
no ato de rua no centro de São Paulo no
1º de maio de 2014, junto ao PCO e a CCR

Clique na imagem para acessar o vídeo
Os trabalhadores no Brasil inteiro e no mundo estão sofrendo um avanço do imperialismo americano que através dos fascistas tem usado o seu porrete contra os trabalhadores. Os trabalhadores do mundo todo estão neste momento sofrendo uma ameaça muito grande com relação às suas conquistas. Aqui no Brasil, nós estamos sentindo isto na pele. Estamos sentindo isso no dia a dia. De um partido que está dentro do governo, tentando administrar o capitalismo, melhor que os capitalistas.

Nós somos contra o capitalismo. Somos por uma sociedade socialista, aonde os trabalhadores tenham o controle dos meios de produção, aonde um movimento revolucionário possa realmente implantar as suas conquistas. Nesse momento não podemos ficar calados, nós olhamos, por exemplo, as grandes construtoras brasileiras, que estão aí metidas em todo tipo de falcatruas e corrupção, que estão aí matando os trabalhadores em condições precárias de trabalho.