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sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

TRABALHADORES DA CONSTRUÇÃO CIVIL

PAC, COPA, Minha Casa Minha Vida, Especulação Imobiliária... Alicerçados na exploração sangrenta dos trabalhadores da construção civil
Davi Lapa, operário da construção civil e militante da LC

Nos últimos dias com os acontecimentos da morte de 02 operários vem trazer a tona, a vergonhosa exploração do capital sobre o trabalho no setor da construção civil. As empresas desse setor, tem obtido lucros vultosos à custa da rotatividade de mão de obra, baixos salários, terceirizações com salários ainda mais baixos, tudo isso com apoio e incentivo do governo do PT, e acobertado como sempre por Sindicatos pelegos, como o Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil de São Paulo (Força Sindical) e pela Mídia nacional que não mede esforços para transformar esta tragédia dos operários e suas famílias, em bajulações interesseiras, para que nada atrapalhe a realização da Copa do Mundo da FIFA.

Os trabalhadores da construção civil estão pagando com a própria vida, a ganância das construtoras, em todos os setores desde grandes obras do Plano de Aceleração do Crescimento (PAC), hidrelétricas, estádios de futebol para Copa do Mundo, as obras mais simples como do programa Minha Casa Minha Vida, já chegamos ao triste índice médio de 400 mortes anuais.

segunda-feira, 30 de abril de 2012

CONTRIBUIÇÃO INTERNACIONALISTA AO CONGRESSO DA CSP-CONLUTAS

Combater a burocratização imposta pela política pró-imperialista e governista dentro de nossas organizações de massa!
Construir oposições classistas em todas as centrais e reconquistar os sindicatos para os trabalhadores sob uma política marxista e revolucionária!

distribuída no plenário do Congresso da Conlutas no dia 30 de abril
Ao longo de quase dois séculos, nós trabalhadores adquirimos experiência na luta de classes contra os patrões, o Estado capitalista e o imperialismo. Mas esta experiência vem sendo jogada na lata do lixo por grande parte das organizações sindicais hoje e isto inclui lamentavelmente a CSP-Conlutas. Trata-se de uma política estranha à unidade sindical e à completa independência política financeira das organizações dos trabalhadores em relação aos patrões, ao Estado burguês, seu aparato repressivo e ao imperialismo, temas muito caros que vêm sendo abandonados e os quais achamos fundamental defender com unhas e dentes.

A QUESTÃO DA UNIDADE SINDICAL

Os revolucionários devem atuar também nos sindicatos mais reacionários e até fascistas como nos ensinaram Lenin e Trotsky. A quase totalidade das direções sindicais hoje é reacionária e os sindicatos profundamente burocratizados fazem o jogo do patrão e dos governos. Mais ainda são as centrais que mais distantes estão das assembléias de base e das lutas cotidianas do proletariado. Seja como for e da forma como a repressão política burocrática exigir, os revolucionários devem atuar em todos os sindicatos e centrais reacionárias, pró-imperialistas e fascistas defendendo a unidade de toda a classe para a luta de seus interesses imediatos, a unidade de toda a classe em uma só central sindical.