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segunda-feira, 4 de maio de 2015

FOLHA DO TRABALHADOR

Folha do Trabalhador 23


Sumário

EDITORIAL
A ofensiva imperialista e as tarefas do proletariado

QUEM SOMOS
Frente Comunista dos Trabalhadores

APRENDENDO COM OS MESTRES
“Os dirigentes proletários deverão aprender cada vez mais sobre todas as questões teóricas”
F. ENGELS


OPINIÃO
               
PL da TERCEIRIZAÇÃO e a sede por mais-valia
COLETIVO SOCIALISTAS LIVRES

A direita recua nas ruas, mas a vigilância continua
ESPAÇO MARXISTA

Nota de ruptura da Tendência Revolucionária - FCT com a RPR
TENDÊNCIA REVOLUCIONÁRIA

Melhores momentos da esquerda golpista!
1) PSTU;
2) Movimento Negação da Negação;
3) Movimento Revolucionário Socialista;
4) MEPR
COLETIVO LENIN


CONJUNTURA NACIONAL:

LUTA ANTIGOLPISTA, ANTIFASCISTA E ANTIIMPERIALISTA
Greve geral pelos direitos e contra a direita!
FRENTE COMUNISTA DOS TRABALHADORES

terça-feira, 10 de março de 2015

A IMPRENSA OPERÁRIA E A UNIDADE DOS REVOLUCIONÁRIOS

O Folha do Trabalhador agora também é novo órgão de imprensa do Coletivo Lenin

Desde de sua Fundação em 2008, o Coletivo Lenin já passou por muitas fazes em sua imprensa, herdando o Hora de Lutar do antigo Coletivo Comunista Internacionalista, e depois passando a ter a Revista Teórica Revolução Permanente, que em 2011 passa a ser o órgão de imprensa oficial, aposentando o antigo Hora de Lutar.

Hoje o Coletivo Lenin se encontra num novo patamar organizativo, impulsionado pelas condições politicas conturbadas do momento histórico em que vivemos. Depois de muitas experiencias frustradas, caminhamos pela primeira vez para uma verdadeira fusão ao instituir o jornal Folha do Trabalhador, junto com a Liga Comunista, a Resistência Popular Revolucionária, o blog Espaço Marxista e militantes independentes, como órgão de imprensa comum de nossas organizações.

http://coletivolenin.blogspot.com.br/2015/03/o-folha-do-trabalhador-agora-tambem-e.html

domingo, 8 de março de 2015

FOLHA DO TRABALHADOR

Saiu o Folha do Trabalhador!



Saiu o jornal Folha do Trabalhador (FdT) de março/2015! O FdT estréia uma nova fase ao chegar ao seu número 22 e cinco anos de existência. Agora o FdT é o jornal do Comitê Paritário, uma aliança internacional de organizações e militantes trabalhadores comunistas, composta pela Liga Comunista, Coletivo Lenin, Resistência Popular Revolucionária, Espaço Marxista e também pelo Comitê de Ligação pela IV Internacional, do qual fazem parte o Socialist Fight (Luta Socialista), da Grã Bretanha, e a Tendência Militante Bolchevique, da Argentina.


Adquira, leia, divulgue o Folha do Trabalhador! Um jornal feito por e para os trabalhadores a serviço da luta por sua emancipação política revolucionária e internacional! O FdT resgata o caráter de um jornal militante, a serviço do combate ao imperialismo e ao capitalismo e, portanto, da necessidade da organização política independente da população trabalhadora para a defesa de seus interesses imediatos, seus direitos, salários e empregos, e o combate estratégico pela revolução social. Nesta edição, tem destaque a luta contra a escalada da direita por impor um Golpe de Estado no Brasil, a seca no Sudeste, as últimas lutas do movimento operários e popular, bem como as lutas dos trabalhadores em Cuba, Grécia, Argentina e Ucrânia.


Sumário

EDITORIAL
Nova fase do Folha do Trabalhador

QUEM SOMOS
O Comitê Paritário

APRENDENDO COM OS MESTRES
Em que consiste a autoridade de uma direção revolucionária?
V.I. LENIN


LUTA PELA FRENTE ÚNICA ANTI-GOLPISTA

Declaração da Frente pelas Reformas Populares

Ressalvas do Comitê Paritário ao documento da Frente pelas Reformas Populares

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

LUTA CONTRA RACISMO E CAPITALISMO

50 anos do assassinato de Malcolm X
Comitê Paritário
Ele nasceu Malcolm Little, em 19 de maio de 1925. O seu pai era militante da UNIA (Associação Universal pelo Progresso dos Negros).

A UNIA foi criada por Marcus Garvey, num período de desespero para os negros estadunidenses. Depois da Guerra Civil americana, que aboliu a escravidão, houve um período de Reconstrução. Durante esse período, os negros acreditaram que finalmente chegaria a igualdade, somente para terem as suas esperanças destruídas quando o governo federal abandonou o Sul dos EUA nas mãos dos racistas, que restabeleceram várias leis segregando brancos e negros (as leis Jim Crow, que numa tradução livre seria Zeca Urubu). Tudo isso foi garantido pela violência da Ku Klux Klan. Nas primeiras décadas do século XX, aconteceu um auge de linchamentos de negros.

Diante dessa situação, Marcus Garvey não acreditava na possibilidade da integração dos negros à sociedade americana, e defendia a volta à África. Os negros mais conscientes aderiram à UNIA porque viam nela a única alternativa ao racismo e à brutalidade.

O pai de Malcolm foi morto por racistas quando ele tinha seis anos. A partir daí, a sua família se desintegrou. A sua mãe começou a desenvolver problemas mentais, e acabou sendo internada em 1938, por uma mistura de preocupação real com as suas condições psicológicas e de simples intenção racista de deixá-la num depósito de gente. Os irmãos tiveram que se separar.