Chega de
exploração, expropriação
sem indenização dos escravocratas!
sem indenização dos escravocratas!
Davi
Lapa e Humberto Rodrigues
Segundo
levantamento do Ministério do Trabalho, as construtoras ocuparam o primeiro lugar
entre os maiores flagrantes de exploração de trabalhadores em situação análoga
à escravidão, em 2013. Das empresas que foram autuadas, as empreiteiras
respondem por 66%.
Em
geral, as pessoas tendem a acreditar que o trabalho escravo seja uma forma de
exploração quase restrita a atividades ligadas a agropecuária, em desmatamento, carvão vegetal e
silvicultura, que seja um modo de exploração do trabalho em extinção, nas fazendas, que seria um resquício isolado no interior
do país. Ledo engano! O agronegócio lança mão sim do trabalho escravo, mas neste ano as fazendas
ficaram em segundo lugar. Em terceiro lugar no levantamento, estão as fábricas de confecção que fornecem peças para varejistas como a Restoque, dona das
marcas Le Lis Blanc e Bo.Bô, localizadas no coração das grandes metrópoles como São Paulo.
